SÍNTESE DOS COMENTÁRIOS SEMANAIS NA PÁGINA

Síntese 1 (4 a 10 de maio de 2026)

NOTÁVEL VILA DE ALEGRETE

(Síntese dos comentários publicados entre 4 e 10 de maio de 2026)

CRÓNICA 5 de GONÇALO PACHECO (04-05-2026)
(ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA)


Céu Ceia O Adriano Correia de Oliveira. Foi considerado um " trovador sem medo " Foi uma voz da resistência contra o fascismo Parabéns Gonçalo Pacheco pela excelente escolha! Gostei muito!...

Francisco Pacheco Quis o destino que ambos escolhêssemos Adriano para hoje, temas diferentes, mas o mesmo...muitos partiram...e se calhar fizeram bem, para não terem que escolher Adriano como eu fiz hoje. No meu caso tinha mesmo que ser Trova do Vento que passa...

Clotilde Morgado Fonseca Gostei de relembrar o Adriano, e a canção, serão sempre canções intemporais que se continuam a ajustar aos novos tempos.

Zezinha Balola Sempre com conteúdo , intemporal! Obrigada

Publicação de Luísa Vaz Tavares (05-05-2026)
(TRANSPORTE DE OUTROS TEMPOS – o burro)

Fernando António Farinha Pereira Um todo o terreno de baixo consumo e, pelo caminho, o Tio aviava um coelho para a janta. Bons tempos!!!

Julia Calado Me lembro muito bem minha avó ia no burro com os alforges cheios e minha irmã eu como era mais velha ia a pé com 5l de petróleo. Bons tempos que já não voltam

Clotilde Morgado Fonseca Só andei e foi de carroça, apanhei uma boleia para ir à festa da Lapa com o vizinho Costa e a esposa, devia ter uns 7 anos.

Cremilde Mousinho Clotilde Morgado Fonseca o meu tio Manuel Costa irmão da minha avó materna e a tia Ester

Clotilde Morgado Fonseca Cremilde Mousinho sim foi a primeira vez que fui à festa, eles foram sempre nossos vizinhos e muito nossos amigos.

Cremilde Mousinho Clotilde Morgado Fonseca a festa da Lapa levava muita gente aos Besteiros

Luisa Frazao Eu andei muito no burro do meu tio Zé Chico ,estava na praça á espera dele e ele depois levava me até á vila á casa dele.

Carmo Trindade Andei na burra do meu avô e de carroça a caminho da azeitona com os meus pais

Cristina Pombo Lourenço Carmo Trindade e quando íamos na carroça do teu tio Bajana até ao cemitério e depois tínhamos que voltar a pé para a vila.

Maria Avelina Mota Que saudades eu tenho de andar de burro. Todos os anos, quando davam as férias da escola, chamamos nós as férias grandes, eu e os meus irmãos íamos para a Alegrete para casa da minha bisavó e quem nos ia buscar a Portalegre era a minha prima e era de burro. Era uma alegria.

Luisa Vaz Tavares Célia Magno, lembras-te? De carroça, andei na do meu avô. De burro, andei num que a minha tia tinha, que o único trabalho que lhe era atribuído era "transportar-nos".

Armandina Pires Eu! Muitas vezes, mas mais o macho que tinha o meu pai, íamos a casa dos meus avós paternos em S. Julião, era o transporte que havia. Eu punha uma saca de serapilheira em cima do macho montava e levava-o à ribeira a beber água, adorava!

Maria José Silva Andei muitas vezes de carroça era pequena ía com os meus pais para a azeitona em Campo Maior primeira paragem era em Arronches logo á entrada depois seguimos viagem naquele belo transporte mas era divertido, ía todos a cantar pois eram ainda assim algumas carroças, belos tempos

Jose Carlos Oliveira O DR. FALCÃO, ÍA DE PORTALEGRE A ALEGRETE, CONSULTAR OS DOENTES, DE BURRO. ERA ESSE O SEU MEIO DE TRANSPORTE. QUE GRANDE SER HUMANO E MÉDICO!

Luisa Vaz Tavares Jose Carlos Oliveira tenho esse relato. E mesmo quando morava em Alegrete, era de burro que se deslocava a casa dos doentes que moravam fora da vila.

Francisco Pacheco Grande homem, grande cidadão e grande amigo. Recordo com saudade o gosto que ele tinha, no então café Alentejano, por manter conversa com a juventude, como eu na altura.

Nazaré Caldeira Eu lembro-me de ser gaiata e ir de Alegrete á Fazenda Nova( Mosteiros) ,com os meus pais e irmãos, visitar os tios. Íamos de burro e como éramos muitos era á vez, o mesmo é dizer que a maior parte do percurso era feito a pé. Eu não gostava nada porque levava o tempo todo a escorregar, não conseguia me equilibrar. Agora, bateu a saudade

Minda Trindade Andei bastante vezes de carroça ,o meu pai quando começou a trabalhar por conta própria ,foi com uma mula e carroça ia ao mercado a Portalegre trazer as hortaliças e a fruta,para a nossa loja que na altura foi aberta,como lugar de hortaliças.

Maria Martins Era o transporte usado nessa época e nem todos tinham a sorte de o poder ter andava se a boleia até nos casamentos eram as carroças o meio de transporte era mais lento mas divertido havia mais união e todos viviam felizes com o pouco que tinham apesar de tudo sinto saudades desse tempo.

Desafio 4 (05-05-2026)
(A PROPÓSITO DO ANO DE CONSTRUÇÃO DA TORRE DO RELÓGIO)

Fernando S. Trindade Há só uma pequena correção a fazer; a torre é de 1751 , portanto é do século XVIII.

Francisco Pacheco Fernando S. Trindade caro amigo, o SIPA -Sistema de informação para o património arquitetónico , que consultei em https://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx... refere a construção da Torre do Relógio de Alegrete no século XVII. Mais uma questão para comprovar...

Fernando S. Trindade Francisco Pacheco Boa noite, professor. Por cima da porta está a data de 1751, e vê-se que são números antigos. E será que no século XVII, já estavam a construir torres para instalação de relógios? Duvido muito, mas vou pesquisar.

Fernando S. Trindade Francisco Pacheco De facto, temos que considerar a data de 1751, como uma possível remodelação ou conclusão das obras, porque a informação que é dada refere o século XVII. Aquela data induziu-me em erro, por isso peço desculpa.

Francisco Pacheco Fernando S. Trindade A questão das datas efetivamente tem que ser clarificada, como já tinha dito anteriormente, recorri a uma fonte oficial de informação, o que por si só não quer dizer que esteja correta. Sobre a segunda questão que levanta, penso não haver informação objetiva que comprove ou desminta que a razão da construção inicial seria a colocação de um relógio que surge apenas no século XX. E por favor não peça desculpa, contribuir de forma sincera e saudável para a clarificação do conhecimento é por si só um ato louvável!

Publicação de Luísa Vaz Tavares (06-05-2026)
(CONVERSAS AO SERÃO - AS EIRAS)

Francisco Pacheco Na quinta dos meus tios, aqui na ribeira de Arronches (monte da quinta), as minhas memórias de infância recuam ao tempo de duas eiras. Uma a meia encosta, na altura já só usada para o feijão e para o milho e onde permanecia um velho trilho, outra no topo, onde no verão se iam acumulando enormes montes de cereal para a debulha, maioritariamente trigo, que eram acarretados por carros de juntas de mulas. Depois era uma época que me agradava especialmente, a vinda da máquina, de madeira com um trator e respetiva correia de acionamento da máquina. Com a máquina vinha um rancho que, comendo e dormindo debaixo de uns sobreiros nas imediações da eira, se encarregava das tarefas de debulha e preparação dos fardos da palha. O trigo, havia de ser guardada uma parte, que depois de moído no moinho do Solas (nos três aferidos), iria dar a farinha com que a minha tia, semanalmente fazia o pão, que alimentava a casa e todo o pessoal que por lá trabalhava. Acho que não voltei a comer pão como aquele. Dando razão a Rui Costa (neurocientista português de renome internacional), as memórias de infância, quando resultado de experiências vivenciadas, são as que perduram e ficam para sempre, hoje vivi esta como se estivesse a ver um filme. Que responsabilidade, a de quem se atreve a ser criador ou guardião de memórias...

Céu Ceia As Eiras estão ligadas à agricultura tradicional! Espaço destinado à secagem de cereais debulha e malha. Também funcionavam, para eventos comunitários, festas e convívios, sociais. Palco da desfolhada, jogos tradicionais e concertos! Hoje em dia, funcionam como Espaço de lazer e cultura! Acolhem piqueniques e encontros intergeracionais. Entre idosos e crianças.O Turismo, em determinadas regiões, promove Eventos nas Eiras.

António Fernandes Delicado Tenho uma aqui na quinta! Por acaso nunca utilizei. Será que quando aqui moraste o teu pai também nunca utilizou?

Luisa Vaz Tavares António Fernandes Delicado lembro-me de o meu pai a utilizar para limpar a azeitona. Para o resto, não, porque o meu pai só semeava a horta, o resto era o filho do senhor José Maria. Mas não me lembro de o ver utilizá-la.

Luisa Vaz Tavares Na eira do meu avô Joaquim da Teresa costumava juntar-se muita gente a "desenssamarrar" milho, à noite, e então cantavam e bebiam licores, que a minha avó sempre teve jeito para fazer.

Manuel Oliveira Luisa Vaz Tavares e eu animava a festa cantando fado e as modas do rancho das cantarinhas de nisa tinha 11 anos e foi o meu primeiro patrão um grande amigo meu assim como o teu pai e o teu tio

Luisa Vaz Tavares Dos utensílios utilizados na eira, há um que nunca vi funcionar, mas lembro-me de ver em casa dos meus avós, que é o mangual. Quando o trigo ou o centeio eram malhados com o mangual, a palha ficava inteira e depois faziam-se colchões para cama.
(ver foto 2)

Armandina Pires Luisa Vaz Tavares Eu vi muitas vezes o meu pai a malhar o centeio com o mangual, que era para a palha ficar inteira para cobertura dos abrigos do gado.

Luisa Vaz Tavares Armandina Pires , só sabia que essa palha servia para os colchões, mas de facto os abrigos do gado também eram muitas vezes cobertos de palha.

Luisa Vaz Tavares Também me lembro do trilho, esse ainda vi a funcionar. E depois dá máquina do senhor Manuel Tendeiro, que segundo a sua neta Patrícia Carrilho, foi a primeira da freguesia.

Francisco Pacheco Luisa Vaz Tavares Eu a que vinha aqui para a quinta já não sei a proveniência. Mas em breve saberei. Ou então a minha prima Ivone João Gargate deve conseguir saber junto da mãe.

Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco , a Patrícia Carrilho disse-nos, à Tide e mim, que mantém a máquina do avô montada e pronta a funcionar.

Francisco Pacheco Luisa Vaz Tavares Eu também já me tinha chegado essa informação. Algo que um dia podemos pensar no âmbito do Grupo de Intervenção Patrimonial

Ivone João Gargate Francisco Pacheco, recolhendo essa informação junto da minha mãe, a máquina debulhadora que vinha á Quinta era do Sr. Domingos Carrajola, e quem a comandava era o Sr. Adélio Tito. Nas minhas memórias guardo as melhores recordações do pão e do seu aroma ao sair do forno e ser colocado nos tabuleiros.

Manuel Oliveira Ivone João Gargate qualquer coisa não está certa o sr Domingos Carrajola tinha uma máquina debulhadora. O sr Adelio tinha outra cada um comandava a sua

Luisa Vaz Tavares A máquina debulhadora do senhor Manuel Tendeiro...
(ver foto 3)

Carmo Trindade Eu também me lembro da desenssamarração do milho à luz do "petromax" na pedra furada.

Abílio Amiguinho A minha eira aqui na Serra estava coberta de terra e tinha uma casa de arrumos construída por cima. Limpei e reparei tudo e dei com o que apresento e que nunca tinha visto em nenhuma. Tem mais de vinte metros de diâmetro
(ver fotos 4, 5 e 6)

Luisa Vaz Tavares Abílio Amiguinho também nunca tinha visto nenhuma assim. As que conheço são normalmente lajeadas.

A PANELA AO LUME:
Publicação de Luísa Vaz Tavares e Clotilde Morgado Fonseca (07-05-2026)
(AS COZINHEIRAS DE ALEGRETE)

Clotilde Morgado Fonseca Alguém que segue esta página, se lembra dos almoços, jantares , passagens de Ano e festas que se faziam na Sociedade Antiga? E quem eram as cozinheiras dessa epoca?

Luisa Vaz Tavares Clotilde Morgado Fonseca , e das muitas cozinheiras que ficaram famosas em Alegrete?

Idalina Charais Clotilde Morgado Fonseca. A minha mãe chegou a fazer antes de ir para o Leitão, passagens de Ano e casamentos. Assim como a Balbina o meu pai ia assar os frangos

Clotilde Morgado Fonseca

Idalina Charais verdade Idalina a Maria Cova cozinhava muito bem,foi cozinheira do meu casamento.

Francisco Pacheco Idalina Charais Da Balbina lembro-me eu muito bem, e gostava tanto dela... Uma vez, já não me lembro em que evento, tive que organizar um almoço na antiga cantina da escola da Corredoura em Portalegre, e vim logo buscar a Balbina a Alegrete.

Clotilde Morgado Fonseca Francisco Pacheco pois claro sr. Professor,veio buscar ,porque sabia que ia correr bem.

Céu Ceia As cozinheiras que conheci foram : D. Margarida " mãe do Dinis Trindade D. Jacinta " do Pôpa " a D. Maria " Côva" e a D.Balbina.

Helena Castanho Céu Ceia da Maria Côva me lembro eu bem

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia belissimas cozinheiras, Céu Alegrete era uma vila com pessoas especiais.

Clotilde Morgado Fonseca Helena Castanho em sovrete tambem havia cozinheiras lembra- se de alguma?

Luisa Vaz Tavares Eu lembro-me muito bem da minha vizinha Ana Pequenina, que me ensinou a fazer arroz doce.

Luisa Vaz Tavares Clotilde Morgado Fonseca , uma vez fui a um batizado que a cozinheira era a Maria Ferramenta. Acho que era da Ribeira de Arronches.

Ester Morgado Serra Clotilde Morgado Fonseca Tide,se bem me lembro ,esta foto é do casamento da nóssa irmã Maria Manuel Já foi há tantos anos ,,saúdades desse tempo

Clotilde Morgado Fonseca Ester Morgado Serra sim Ester os nossos casamentos foram na Sociedade

Ester Morgado Serra Céu Ceia sim Céu, lembro- me bem,,e na foto está a nóssa querida prima e sua tia Rosa,,e o também o primo Zé,,excelentes pessoas Já lá vão bem mais de 50 anos.

Céu Ceia Ester Morgado Serra Também reconheci a minha querida Tia Rosa e o meu querido tio Zé. Amei a foto! Também me emocionei...Bonita Recordação! Beijinho Esterinha

Clotilde Morgado Fonseca A Isaura do casadinho também fazia casamentos . Foi ela a cozinheira da parte do meu marido.

Cremilde Mousinho Clotilde Morgado Fonseca o jantar do meu casamento foi lá o meu marido diz que foi o ultimo que lá foi feito a cozinheira acho que se chamava Mariana

Clotilde Morgado Fonseca Cremilde Mousinho deve ter sido a Maria Cova, nao me lembro de Mariana

Cidalia Neves Henriques Eu só me lembro de a minha mãezinha ir cozinhar nos casamentos e de fazer os maravilhosos bolos fintos , ramos e demais bolos ...que saudades...

Clotilde Morgado Fonseca Cidalia Neves Henriques Eram bolos e tudo o que dizes, mas também era uma excelente cozinheira tudo sabia fazer.Qual era o prato que ela fazia que mais gostavas Cidália?

Cidalia Neves Henriques Clotilde Morgado Fonseca de todos Tide mesmo por vezes sem ter nada fazia um manjar dos deuses

Clotilde Morgado Fonseca Cidalia Neves Henriques verdade,e vocês eram tantos, maas ela sempre vos tinha a mesa posta.

Cidalia Neves Henriques Clotilde Morgado Fonseca para nós e para todos os que apareciam , beijinhos e obrigada por dar valor á minha mãe , ouve alguns que quando ela deixou de conseguir ajudar depressa se esqueceram do bem que ela já lhes tinha feito

Etelvina Conceicao A minha tia Margarida do meu tio Manel Borrego também era uma excelente cozinheira Ia fazer os casamentos para o campo. Ia logo no princípio da semana Quando vinha já eu estava á espera do bolo finto e das amêndoas Vinha sempre o meu quinhão.

Clotilde Morgado Fonseca Etelvina Conceicao etelvina era das mais antigas, e tambem das que não tinham mãos a medir,muito requisitada

Nazaré Caldeira Agora, um casamento custa uma fortuna antigamente estas senhoras faziam milagres, com um borrego e meia dúzia de galinhas faziam um banquete. Sopa de miúdos, canja, borrego assado ,borrego de molho, galinha tostado, galinha de tomatada , fricassé,

Nazaré Caldeira Havia uma tradição que se verificava por altura da Páscoa, os namorados ofereciam as amêndoas às namoradas e estas por sua vez ofereciam- lhes um pão de ló, eram todos barrados de claras em castelo e açúcar e enfeitados com grageias coloridas e prateadas. A minha mãe fez tantos , era a ela que as moças da altura atribuíam essa tarefa. Também fazia bolos fintos , ramos , côcos, travesseiros de noiva, madalenas e bolo enrolado para casamentos , eram estes, basicamente , os bolos que se punham na mesa do copo D'Água.

Clotilde Morgado Fonseca Nazaré Caldeira belos bolinhos que fazia a Trindade.mas também fazia apurados cozinhados...lembras- te de alguns?

Nazaré Caldeira Clotilde Morgado Fonseca A minha mãe cozinhava muito bem ! Agora era altura de ela fazer o seu esparregado de favas com peixe frito , fazia também um bacalhau que toda a gente que o prova fica fã, é o bacalhau de leite ,as minhas irmãs de vez enquando ainda o fazem para matarmos saudades, os pastéis de carne ,que eram uma delícia,tomates recheados, para não falar dos rissóis. Que saudades, até do seu arroz de tomate sinto saudades...

Clotilde Morgado Fonseca Nazaré Caldeira mãos que faziam brilhar e neste caso saborear, tranformavam os nossos produtos das hortas em iguarias refinadas.

Maria Ana Bruno Eu foi a prima Margarida que foi a cozinheira do meu casamento

Luisa Vaz Tavares E os pratos, quais eram as iguarias mais apreciadas nesses eventos?

Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Minha querida Luizinha é suposto, que todas as iguarias eram apreciadas!..

Maria Manuel Parente Luisa Vaz Tavares a ementa era quase sempre as sopas com as miudezas do borrego ou chibo canja bacalhau com natas e a carne assada ou de molho depois seguiam se as sobremesas e os bolos tudo feito pela cozinheira e as suas ajudantes

Luisa Frazao Sra Ana pequenina também lá serviu muitos casamentos

Adélia Ferreira Nazaré a tua mãe fazia tão bem esses bolos,e nós a espera a ver se ficava alguma coisa no alguidar para ver se calhava alguma coisinha ..

Adélia Ferreira A minha comadre Trindade fazia uns pastéis de massa tenra,que ainda hoje quando me lembro fico com água na boca...

Zezinha Balola Lembro sim. Colaborei numa passagem de ano,talvez a primeira que se fez em Alegrete. Faziamos parte de um grupo de jovens.A cozinheira nao me lembro!

Maria José Silva Andávamos de porta em porta a pedir as loiças os copos e os talheres,toda a gente emprestava,a Isaura também era uma ótima cozinheira desse tempo.

Maria José Silva O tradicional ensopado de borrego não podia faltar e a sopa de miúdos.

Ana Cristina Serra Que bem está na fotografia o meu irmão Francisco Serra,no casamento da D.Maria Manuel é do Sr João Serra. Tão bem que está. Que alegria.

Ana Cristina Serra Não podia faltar o arroz doce.

Ana Cristina Serra Eu também gostava muito dos bailaricos vinha um Senhor com uma concertina.

Tudo dançava havia alegria.

Armindo Afonso
(ver foto 7)

Clotilde Morgado Fonseca Armindo Afonso bela cantareir

Armindo Afonso Herança devidamente preservada na casa, onde foram utilizadas. Obrigado.

Jose Rodrigues Bize eramos um grupo de jovens tabem a mide esta la bons tempos foi a primeira passagem que se fez com o sr joao Carlos

ANA CRISTINA SERRA
Quem se lembra de haver uma Orquestra Musical em Alegrete, com 5 ou 6 elementos que animavam os bailes? (07-05-2026)

Cremilde Maria Monteiro Boa tarde, sei que havia um conjunto de baile em Alegrete ,chamado conjunto Aliança, do qual faziam parte as seguintes pessoas
Trompete Armindo Parente
Clarinete Luís Parente Pires
Saxofone Joaquim Pacheco Correia
Bateria Manuel Rodrigues
Vocalista Cremilde Neves
Sei que me está a falhar alguém, os seus familiares que me ajudem e perdoem

Ana Cristina Serra Cremilde Maria Monteiro Exatamente Tide. Será que alguém tem fotos desse Conjunto Musical. Fizeram um grande sucesso na altura.

Ana Cristina Serra Cremilde Maria Monteiro E o meu irmao Francisco Serra, também tocava Saxofone

Céu Ceia A Mide A " Mina" para o meu irmão Manel. Sempre a tratou assim!... Muito amigo dela! É bom recordar mas...Também faz chorar...

Carla Neves (ver foto 8)

Ester Morgado Serra Carla Neves minha prima Cremilde,, A Sra de sorriso lindo e inesquecível.

Carla Neves (ver foto 9)

Fernando S. Trindade Carla Neves Luís Pires, Joaquim P. Correia, Manuel J. V. Trindade, Fernando Grave, Manuel Rodrigues, e "Carrapiço"( não me recordo do nome).

Clotilde Morgado Fonseca Fernando S. Trindade Antonio Maria Leonor

Carla Neves (ver foto 10)


Fernando S. Trindade
Carla Neves Armindo Afonso, João da Branca, Manuel Rodrigues, Cremilde Correia, Luís Pires, Manuel Trindade e Joaquim Correia.

Miguel Trindade A IA tentou remover os danos na foto!

(ver foto 11)

Fernando S. Trindade Miguel Trindade Foi pena ter apagado a cara do Manuel Rodrigues.

Clotilde Morgado Fonseca As fotos da orquestra Aliança em que faziam parte os que a prrima Cremilde refere, estao no ultimo livro que eu e a Luisa escrevemos " retratos de outrora" , está a. Venda na Junta de freguesia , esse grupo a que a Cristina fala é mais recente.

Telma Trindade Trompete: Fernando Grave !

Plinio Neves Boas memórias, Apenas um elemento ainda se encontra entre nós, o meu amigo Fernando, na foto a preto e branco.

Maria Ana Bruno Eu lembro do conjunto que era o pai do Nando era o pai da minha prima Mide o meu primo Manuel grande agora não me lembro de mais beijinhos grandes para todos vocês

Olívia Monteiro O meu irmão Mário ainda foi vocalista

Céu Ceia A Mide! Para os amigos/ as e FAMÍLIA! Cremilde Rosa Pires Correia Neves Lembro me de a ver e ouvir cantar...Saudades..

Cremilde Maria Monteiro Bem me parecia que o Francisco Serra era muito novo para pertencer ao grupo referido

Luisa Frazao Não é das minhas memórias mas uma era a Aliança e a outra era a Aldrabofa . Sei algumas coisas porque os músicos me contarem.

Luisa Frazao A orquestra onde o Chico Serra tocou já foi mais tarde é do meu tempo .

Luisa Frazao A ultima orquestra que houve de baile foi Augusto teclas, primo Manuel Ferrador Sax Alto, Chico Serra Sax Tenor, o meu primo Fernando Velez trompete, o Sr.Jose Maria clarinete o meu primo João fino bateria depois houve ali qualquer problema com a bateria e quem ficou a tocar foi o Armindo.Esta foi a última orquestra de baile que a sociedade teve disto sei do que falo.

Ana Cristina Serra Luisa Frazao Será que não há fotografias dessa Orquestra?

Dionisia Leonor Ainda tenho uma foto, que a amiga Mide me deu em que fazia parte dessa ,banda o meu pai e o dela, que bom recordar.

Armanda Ribeiro No meu tempo de menina,havia a orquestra,que se chamava Alianca,tinha concertina,Joao da Branca,saxofone,primo Joaquim Pacheco,pai da Cremilde,que era a vocalista,o meu padrinho,Manuel grande,o baterista e outros.Bons tempos.

Palmira Parente Além da orquestra Aliança, ainda havia outra, que era a Lusitana, dos músicos é que só me lembro de um, que era o Sr. João do Henrique então mais ninguém se lembra?

Clotilde Morgado Fonseca Palmira Parente o meu tio Nelson era o vocalista.

Palmira Parente Verdade Tide!!! e que bem que ele cantava, era um grande moço muito vistoso

CRÓNICA DE CLOTILDE MORGADO FONSECA (08-05-2026)

Santa Casa da Misericórdia de Alegrete

Luisa Vaz TavaresExcelente homenagem a uma das instituições do referência em Alegrete. Eu sou das que andou com a Menina Ana Rita no jardim infantil e no ATL com a Menina Mila, Emília da Courela. Parabéns, Tide!

Armanda Gonçalves Eu também andei no jardim infantil , com a menina Ana Rita e no ATL com a menina, Zila e depois com a menina Emília

Clotilde Morgado Fonseca Armanda Gonçalves sim e que bom era brincar com amigos, e quais eram as vossas brincadeiras?

Armanda Gonçalves Clotilde Morgado Fonseca as nossas brincadeiras eram na praça,a jogar ao esconde esconde e também fazíamos uma roda para jogar ao aqui vai o lenço e aqui fica o lenço, bons tempos éramos todos muito felizes

Zezinha Balola Fui uma das colaboradoras da Santa Casa durante 43 anos. Passei pelo Infantário ,ATL,Centro de Convívio e nos ultimos anos no Lar. Realmente as Santas Casas fazem toda a diferença na vida de uma comunidade !

Clotilde Morgado Fonseca Zezinha Balola e com colaboradores de excelência como era o caso.

António Pedro Manique Boa crónica, mas tenho de fazer uma correção: D. Leonor não foi esposa de D. Manuel I, mas sim de D. João II. Era filha do Infante D. Fernando e de D. Brites. D. Manuel I teve uma esposa Leonor (a terceira), mas era outra, filha de Carlos V, Rei de Espanha e Imperador do Sacro Império.

Francisco Pacheco Clotilde Morgado Fonseca, a ligação do meu saudoso amigo, PADRE AMÉRICO AGOSTINHO ao GRAAL fez com que Alegrete viesse a ter um dos primeiros jardins de infância em Portugal, nos anos 60, com características substantivamente diferentes do panorama da Educação de Infância na época. Numa conversa tida durante um congresso em Faro com a minha amiga, figura de referência da Educação Pré-Escolar em Portugal, TERESA VASCONCELOS, ex-diretora geral do ensino básico e membro do GRAAL, falando de Alegrete, tive assim oportunidade de reforçar as minhas ideias sobre a matéria. Essa é uma história que trago na cabeça para referenciar, desde a minha vinda para Alegrete. A sua importância e relevância para Alegrete foi tal, que logo na fase de arranque das obras da nova sede da SRMA, um dos pisos lhe foi destinado e para ele projetado, com instalações que à época se voltaram a destacar no que a instalações de jardins de infância diz respeito. E quem deu corpo, alma e forma a toda esta dinâmica, como diz e muito bem, foi a minha saudosa amiga ANA RITA. Passava as suas férias de verão aqui no Monte da Quinta, fruto da grande relação que mantinha com os meus tios e minha prima Manuela. Foi aqui que conheci essa mulher especial de olhar e voz doce, e por ela me encantei também. Quis mais uma vez o destino, que eu próprio viesse a abraçar o universo etário com que ela devotadamente trabalhava, e precisamente na mesma terra. Independentemente de outras homenagens que lhe são devidas, e que a devido tempo têm que ser pensadas, hoje fica aqui a minha, como educador de infância de Alegrete, quero chamar-lhe COLEGA!

Clotilde Morgado Fonseca Francisco Pacheco certo professor, também o padre Américo trouxe para Alegrete muito desenvolvimento,, tanto para a infância como para jovens, enquanto trabalhava para o nascimento do J.I. trouxe do GRAAL um grupo de jovens estagiárias que aqui fizeram cursos de Puericultura, costura e bordados, cozinha ,lecionaram ate ao 6º ano de escolariedade,etc.,visitavam as famílias ensinando de tudo um pouco.

Clotilde Morgado Fonseca Quanto à menina Ana Rita sim é verdade que levou uma vida dedicada ás crianças e á igreja, enquanto fiz parte das direções da Santa Casa sempre foi uma referência . Também me lembro de ela ir passar férias à Quinta.

Mercedes Arez A nossa querida Ana Rita! Pessoa dedicada, inteligente e muito bem formada. Numa altura em que não "abundavam" técnicos na área educativa, era frequente fazermos acontecer acções de formação para pessoas sem formação académica e que desempenhavam funções em IPSS ou nas SCM. A Ana Rita destacava-se sempre pela forma como rapidamente punha em prática os conhecimentos que havia adquirido! Deixou muitas saudades!

Clotilde Morgado Fonseca Mercedes Arez verdade menina Mercedes, e aqui digo a todos que a menina Mercedes fazia parte do tal grupo que veio dinamizar Alegrete

Susana Dinis Francisco Pacheco A menina Rita, (julgo eu que é de quem fala) também passou na minha vida, no jardim de infância de Alegrete, quando cheguei com os meus pais vinda de Évora, há 42 anos atrás, com os meus 5 anos! Havia uma carrinha da Santa Casa que ia buscar is meninos das redondesas, e todos enchiam as salas do jardim de infância! Lembro-me tb da Palmira Vieira, com as travessas cheias de sandes para o nosso lanche!!!

Francisco Pacheco Susana Dinis Que bom a menina RITA (sim a Ana Rita de que falo) ter passado pela sua vida. Também, já agora lhe digo, que foi muito bom o Bernardo e a Susana terem passado pela minha. A vida vai-se desenvolvendo por círculos...

Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco , sobre a minha grande amizade com o saudoso Padre Américo, falarei noutro momento, mas sobre a minha querida Menina Ana Rita, só tenho a dizer: tive a sorte de a ter como Educadora!

Francisco Pacheco Luisa Vaz Tavares Muito em breve será aqui feita uma primeira "homenagem" ao Padre Américo, mas seguramente será a mesma completada, tal como está a acontecer hoje, com todos os vossos comentários.

Ondina Duarte Francisco Pacheco , o jardim de infância em Alegrete, tanto quanto tenho conhecimento, surgiu no contexto de um projeto denominado "Projeto de Promoção Humana e Evangelização" que nos anos 60 e 70 teve inúmeras atividades no concelho de Portalegre. Foi criado pelo GRAAL e, inclusive, funcionou como local de estágio para as estudantes do Instituto de Serviço Social. Para responder às necessidades da população, nomeadamente das mulheres surge diversas respostas, nomeadamente a cooperativa de bordados na Urra e, muitos grupos de alfabetização por onde passou, entre outros, o historiador José Mattos. A Teresinha Tavares ainda poderá dar um testemunho das dinâmicas que ocorreram em Alegrete nessa época. Nos arquivos do GRAAL há documentos. A menina Ana Rita Fonseca merece, por parte da população de Alegrete, uma merecida homenagem!

Clotilde Morgado Fonseca Ondina Duarte bem me pareceu que o gosto na minha anterior mensagem devia vir da parte da menina Ondina...muito gosto e obrigado por integrar a nossa conversa .bjs menina Ondina

Francisco Pacheco Ondina Duarte Muito obrigado pelo teu testemunho. Seguramente iremos traduzir em atos o muito que por aqui se tem dito, a partir da crónica da Clotilde Morgado Fonseca e já tinha pensado em ti também para a arquitetura e fundamentação do que nesta matéria se vier a fazer.

Armandina Pires Francisco Pacheco que saudades da menina Ana Rita, gostava muito dela, falava com ela quase todas as vezes que ia a Alegrete , sempre com aquela voz calma e suave , ficou para sempre na minha memória

Rosa Barreto Francisco Pacheco (ver foto 12)

Rosa Barreto Meu grande amigo devo-lhe . muito descanse em paz

Francisco Pacheco Rosa Barreto sem lhe atenuar a tristeza a si, nem a grande saudade a mim, posso dizer-lhe que na próxima sexta-feira, pelas 19 horas, vale a pena vir aqui ler a crónica do professor Hermenegildo Correia. Depois falamos...

Zezinha Balola Muito dedicada as crianças e também as suas famílias, foi com ela o meu início na Santa Casa.

Ruy Ventura Existiu documentação desde o século XVI ao século XX. Infelizmente, levou descaminho.

Clotilde Morgado Fonseca Ruy Ventura pois é sempre dificil encontrar documentação destas instituições tão antigas.

Sao Neves Eu também fui uma das crianças como as minhas irmãs e irmão frequentamos o jardim de infância com a querida e saudosa menina Ana Rita e no ATL com a Zezinha Balola Recordo que nesse tempo haviam as colónias de férias,eu ainda fui um ano e ia conosco a menina Ana Rita tenho até fotos dessas férias

Francisco Pacheco Sao Neves Minha boa amiga, guarde ou partilhe aqui, querendo, essas fotos. São preciosas para algo que está a a pairar na minha cabeça

Céu Roldão E essa do D. Manuel filha do CarlosV parece que era muito bonita!

Joao Veiga Sou do tempo que o jardim infantil era no espírito Santo

Maria José Silva Eu também andei no jardim de infância com a menina Ana Rita e no ATL com a menina Zila já lá vão uns aninhos, ainda me lembro como eram as caminhas de dormimos a cesta.

Zezinha Balola As chamadas camas " de campanha".....

Abílio Amiguinho Não sei exatamente com que participação da Santa Casa. Mas deve ter tido pelo que diz o Francisco. Na década de 60, do passado século, Alegrete e a Vargem tiveram o privilégio, no espírito de pioneiros e pioneiras ligados ao Graal, como Teresa Santa Clara Gomes, Manuela Silva, Lurdes Pintassilgo, localmente com o Padre Américo, entre outros, de uma histórica intervenção comunitária, naquele tempo adverso, envolvendo a juventude e os mais vulneráveis, conjugando Educação de Adultos e Serviço Social. A história desta intervenção é brevemente relatada em manuais sobre o assunto. Mas, localmente, haverá certamente quem se lembre e possa dar testemunho. Um dia falei com o Médico Cardoso Ferreira, ainda hoje na intervenção comunitária, creio que por Gouveia, que me falou da sua experiência de alfabetização na Vargem, para onde se deslocava de bicicleta, a partir de Portalegre.

Francisco Pacheco Abílio Amiguinho da Vargem não sabia. Obrigado por acrescentares. Agora em relação a Alegrete, é algo a que temos que nos dedicar, estudar e divulgar. Até como lanterna para o futuro. E como sabes, e como sempre, conto contigo nessa tarefa. Temos também a nossa Mercedes Arez que já aqui testemunhou sobre o assunto e a nossa comum amiga Teresa Vasconcelos, também sabe muito sobre esta matéria.

Clotilde Morgado Fonseca Francisco Pacheco a menina Terezinha ,já nos veio visitar 2 vezes e a menina Mercedes via muita vez passar para uma quinta que tinha nos Montarecos , Alegrete

Armandina Pires Clotilde Morgado Fonseca prima de que família é a menina Mercedes? É que eu nos montarecos nunca conheci ninguém com esse nome, concerteza que não era para aí que ela ia

Clotilde Morgado Fonseca Armandina Pires era era Armandina, comprou aquela casa onde morava o Larguras e a Josefa do pedra alta, teve- a durante muitos anos , mas também a menina Mercedes já a vendeu.

Armandina Pires Clotilde Morgado Fonseca pois é, isso foi já depois de eu ter casado é essa a razão de eu não ter conhecimento desse facto. Obrigada pela informação.

Clotilde Morgado Fonseca Abílio Amiguinho eu , minhas irmãs e todas as pessoas da nossa idade tiveram esse previlégio,mais as meninas e as familias. Há ainda muita gente viva que pode testemunhar todas essas actidades e os beneficios obtidos.conhecemos todas as pessoas de que fala, eram um amor .

Abílio Amiguinho Clotilde Morgado Fonseca exatamente

Abílio Amiguinho Clotilde Morgado Fonseca seria bom recolher esses depoimentos, dado que esta marca incontornável do Serviço Social de Comunidades, surge sempre referida muito lacunarmente...

Clotilde Morgado Fonseca Vou falar com algumas delas

Francisco Pacheco Clotilde Morgado Fonseca seria interessante organizar uma tertúlia com as pessoas que conseguíssemos localizar e pudessem e quisessem dar o seu testemunho. Convido desde já o Abílio Amiguinho para esse fim.

Abílio Amiguinho Francisco Pacheco seria bem interessante. Claro que gostaria.

Carmo Trindade Abílio Amiguinho Eu ainda dei aulas a um grupo de adultos na sociedade.

Mariana Feiteira Eu sou das que andou com as meninas do Graal que ficavam instaladas na casa do Sr José Grilo e andei com a menina Zila e a Emilia

Maria Manuel Parente Eu também sou do tempo da minha prima Ana Rita e da menina zila e frequentei a colônia de férias íamos para a figueira da foz dormíamos em pousadas caminhamos em fila até á praia era muito bom....era no tempo da novela simplesmente Maria uma das funcionárias deixava nos ouvir a novela que naquele tempo corria mundo acho que toda a gente ouvia naquela época

Cristina Pombo Lourenço Também eu frequentei a pré-escola ( acho que era assim a designação) com a menina Ana Rita. Era no 1⁰ andar no edifício da praça, onde tinha sido a primeira escola primária. Também estive nos tempos livres com a menina Zila e mais tarde com a menina Mila. Quando digo que, com a idade que tenho e em criança andei na pré-primaria, numa Vila no Alentejo muita gente se admira.

Carmo Trindade Eu também frequentei o jardim de infância na praça no primeiro andar com a menina Ana Rita que ainda veio a ser educadora do meu filho mais novo, já no edifício da sociedade.

Joaquim Martins Eu cresci em Alegrete e passei pelos infantários referidos com as senhoras Menina Rita e Menina Zé como nós as chamavamos e suas auxiliares

CRÓNICA 6 de GONÇALO PACHECO (10-05-2026)
(VAI DE RODA)

Francisco Pacheco Passado o Olimpo, como te referes na última crónica, já não me deito a adivinhar... Deixo-me antes conduzir. Para além de um tema soberbo, permite-me "roubar" algumas partes para a crónica que tenho em mãos. Obrigado.

Céu Ceia Excelente Gonçalo Pacheco A sua escolha é SUBLIME! Parabéns! Gostei muito!...

Luisa Vaz Tavares Fantástico! A culturalidade deste grupo sempre me agradou e a escolha do tema não podia ser melhor. Mais uma vez, parabéns pela escolha e pelo enquadramento!

Dulce Carrapico Luisa Vaz Tavares tenho vagas memórias