SÍNTESE DOS COMENTÁRIOS SEMANAIS NA PÁGINA

Síntese 2 (11 a 18 de maio de 2026)

NOTÁVEL VILA DE ALEGRETE

(Síntese dos comentários publicados entre 11 e 18 de maio de 2026)

AS MENINAS DO GRAAL
Foto publicada por Clotilde Morgado Fonseca em 13-05-26

Clotilde Morgado Fonseca Eu participei e hoje dou valor á revolução que aquelas jovens fizeram na nossa terra.

Luisa Vaz Tavares Eu não conheci esse tempo, mas posso dizer que poucos aninhos depois, usufrui do que nessa época foi construído.

Clotilde Morgado Fonseca Luisa Vaz Tavares nesse tempo pouca informação existia e " elas" com reuniões de famílias, encontros de jovens, deram- nos oportunidade de conhecer a diversidade e evolução dos tempos

Helena Castanho Luisa Vaz Tavares verdade Luisa vocés tinhem o grupo de jovem até forem para o estrangeiro o meu irmão mais novo fazia parte desse grupo ..

Abílio Amiguinho E ficou para a história em manuais sobre intervenção sócio comunitária e educativa.

Mercedes Arez O grupo a que chama "as meninas do Graal" , não eram, na sua maioria, participantes do movimento. O Graal organizou, em meados dos anos sessenta, um campo de férias com jovens estudantes e algumas delas vieram a ser depois membros do movimento. Esse campo de férias foi de facto o pontapé de saída para tudo o que veio a seguir quer em Alegrete quer nos concelhos que depois foram alvo das acções do Projecto de Promoção Humana e Evangelização . Havemos de falar mais sobre isso.

Francisco Pacheco Mercedes Arez Claro que sim, e eu estou a contar consigo para a organização da tertúlia sobre os anos 60 em Alegrete, que já deve ter visto divulgada aqui na página. Vou necessitar também muito de documentação e fotografias, embora também já esteja a articular com a Ondina Duarte e a Céu Veiga.

Mercedes Arez Francisco Pacheco Eu não tenho documentação propriamente dita! Tenho é "memórias". Mas como a Ondina diz está tudo nos arquivos do Graal! Participarei com muito gosto na tertúlia

Francisco Pacheco Mercedes Arez Obrigado, muito sinceramente. Fotos também não tem?

Mercedes Arez Francisco Pacheco os tempos eram outros e fotografias só as necessárias para documentar. Foram algumas em relatórios que hão-de estar nos "tais arquivos"! Vou ver o que arranjo

Cremilde Maria Monteiro Que lindas meninas estão nesta foto , o tempo passa mas.... É tão bom recordar esses tempos

Hermenegildo Correia Um documento extraordinário

Rita Parente Que belas recordações, lindas jovens aí se encontram nessa foto.

Olívia Monteiro Esse era o grupo dos domingos a tarde vê se me conheces íamos a passear estrada a baixo era os nossos passeios

Céu Ceia Eu tive uma formação com uma senhora D. Maria Margarida Mendes Pereira da Silva. Mas a Senhora Formadora não era do Graal.Foi uma excelente formação! Difersificada " abrangia" Educação e bem, estar na sociedade. Artesanato, culinária e puericultura.
(FOTO1)

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia fez parte do projeto, nem todas as formadoras eram do GRAAL

Céu Ceia Clotilde Morgado Fonseca Sim! Sempre soube isso!

Céu Ceia Clotilde Morgado Fonseca A foto é da Tide ! Não tenho o original!...

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia sim eu conheci .

Céu Ceia Uma foto com algumas meninas com a Senhora Formadora. Havia dois grupos de formandas ! O diurno e o noturno.

Isaura Feiteira Creio que a primeira foto de jovens não será propriamente de alguém do Graal, nem do primeiro Campo de Trabalho de Alegrete em que participei, no Verão de 1965. Possivelmente será de um grupo de jovens de Alegrete que participou em várias actividades... não será?

Clotilde Morgado Fonseca Isaura Feiteira sim sima segunda é

CONVERSAS AO SERÃO
AS RUÍNAS DE S. PEDRO
Luísa Vaz Tavares em 13-05-26

Luisa Vaz Tavares Foto retirada de um texto do Professor Ruy Ventura...
(FOTO 2)

Francisco Pacheco Alguém tem a data de construção da Igreja de S. Pedro estudada? Sempre me intrigou a presença dessa igreja extra muros. Sendo, como a Luisa Vaz Tavares diz, sede paroquial ainda a situação mais me intriga. Será que o nosso consultor científico Ruy Ventura pode dar uma ajuda na clarificação destas interrogações?

Francisco Pacheco Para melhor compreensão do que disse no meu comentário anterior, junto a seguinte imagem. Talvez também o nosso consultor científico professor António Pedro Manique´tenha algo a dizer sobre a matéria.
(FOTO 3)

António Pedro Manique Francisco Pacheco Como se pode ver no texto do Prof. Ruy Ventura, ele próprio já publicou um artigo sobre a igreja, que certamente elucidará as questões aqui colocadas. Na perspetiva do Património, o que se impõe é a reabilitação das ruínas da igreja, através da limpeza e remoção do entulho, tornando o espaço um local aprazível e com valor histórico, que atraia visitantes, locais ou turistas. Valor histórico que implicará a criação de painéis explicativos, através dos quais os visitantes acompanhem a história, ou as histórias, que este bem patrimonial tem para contar.

Luisa Vaz Tavares António Pedro Manique , obrigada Senhor Professor!

Francisco Pacheco António Pedro Manique estimado professor, logo mais veja o vídeo que vou publicar aqui na página.

Lena Trindade Essa igreja merecia ser recuperada, cada pedra e cada arco contam a história das gerações que nos antecederam.

Francisco Pacheco Sabemos que, por exemplo em Marvão, a igreja, salvo erro da Misericórdia, também se encontra extra-muros. Esta reflexão leva-se a "chamar a cena" também o nosso consultor científico professor Jorge de Oliveira, que seguramente para o caso de Marvão terá a matéria em dia

Jorge de Oliveira Francisco Pacheco A Igreja da Misericórdia de Marvão, a do Espírito Santo, anexa ao respectivo hospital, situa-se no interior da vila, na rua do Castelo. Só no séc. XX é que a Misericórdia de Marvão se instalou no Convento de S. Francisco / Sra da Estrela, extra-muros.

Francisco Pacheco Jorge de Oliveira obrigado pelo esclarecimento sempre oportuno e sábio. Da nossa de S. Pedro que sabe?

Jorge de Oliveira Francisco Pacheco há muitos anos, diria uns 50, fui visitar essa igreja com o Prof. Caria Mendes. Quando nos íamos a aproximar encontramos dois locais que nos disseram que a igreja estava assombrada, que de noite se ouvia uma mulher a chorar e se viam luzes em movimento. Historietas....

Francisco Pacheco Jorge de Oliveira E pelo que o professor Ruy Ventura diz, esses populares tinham o seu quê de razão... foi de facto vítima de alguns assombros

Ruy Ventura Publiquei artigo sobre esta igreja. Não foi abandonada. Foi desmantelada com o consentimento e incentivo do poder republicano de Alegrete. As telhas foram "roubadas", a madeira do telhado "roubada" foi, os azulejos foram deslocados para Portalegre (parte deles está na fachada de uma casa da cidade). Felizmente, uma outra parte dos alegretenses preservou in extremis a magnífica imagem de São Pedro, levando-a de noite para a igreja matriz. Mesmo aí, houve ameaça. Há um documento sobre isso, com o aflitivo protesto do prior da época.

Francisco Pacheco Ruy Ventura Obrigado pelo sempre oportuno contributo. Sobre a questão da datação de construção e porquê da sua localização extra-muros, que me diz meu amigo? É um orgulho contar consigo entre nós!

Ruy Ventura Francisco Pacheco, muitas igrejas foram anteriores à existência de muralhas... Ou noutros casos, foram construídas no exterior para servirem as populações que viviam fora das muralhas. Quanto à data da construção, o que existe será de inícios do século XVI ou um pouco antes. Mas certamente houve um edifício anterior. Não esqueçamos que na década de 1470 Alegrete e outras terras vizinhas foram dizimadas nas guerras com Castela, motivadas pelas pretensões de D. Afonso V ao trono.

Francisco Pacheco Ruy Ventura Já agora e não querendo abusar da sua disponibilidade, consegue confirmar se chegou chegou a ser sede paroquial?

Luisa Vaz Tavares Encontrei a informação aqui... poderá o senhor professor Ruy Ventura confirmar o que aqui está escrito? https://nortealentejano.blogspot.com/.../igreja-de-sao...

Luisa Vaz Tavares Ruy Ventura , obrigada pelo esclarecimento

Ruy Ventura Felizmente, houve males que vieram por bem. A retirada fraudulenta dos azulejos pôs à vista importantes pinturas do século XVI. Se ainda existirem, hoje em dia... Seria de mínima justiça recuperar esta igreja, devolvendo-lhe a dignidade que sobra... Mas com respeito pelo património, a fim de se evitar o que sucedeu a outro edifício da vila.

Lena Trindade (FOTO 4)


Lena Trindade Aqui no lado direito, por cima da porta, está uma inscrição que não consigo decifrar, e acho que até mesmo um especialista terá dificuldade, porque foi tudo picado para a colocação dos azulejos. Foi um atentado já naquela época.

Lena Trindade (FOTO5)

Fernando S. Trindade Lena Trindade Estive lá hoje a confirmar que o tecto está em sério risco de cair, e é melhor que ninguém se ponha lá.

Lena Trindade Fernando S. Trindade Esta fotografia ja foi tirada a algum tempo, agora é quase impossível la andar.

Lena Trindade (FOTO 6)

Luís Paulo Trindade Tenho esperança que no futuro venha a ser reconstruída...pois é merecida essa recuperação. Assim se consigam alinhar todas as entidades para se tratar dessa reconstrução

Zezinha Balola Informações muito importantes, obrigada

Fernando S. Trindade Durante toda a minha vida, fiz visitas esporádicas àquela antiga igreja, e há cerca de 30 anos, ainda existiam alguns azulejos, e lembro-me de ter visto num deles que era diferente dos outros, uma data inscrita no próprio material, portanto original e do tempo em que foram colocados. A data era 1656 ou 1659, já não posso precisar. Passados poucos anos voltei lá e já não estava, tinha sido roubado, fiquei a pensar que tinha sido melhor tê-lo tirado eu, mas era contra os meus princípios. Sempre achei que foram sendo roubados ao longo dos anos por várias pessoas, e desconhecia que muitos tivessem ficado em Portalegre.Eu, não sendo entendido na matéria, sempre pensei que quando transformaram a igreja, ela já teria 200 ou 300 anos, mas essa é só a minha opinião. Há uns 12 anos roubaram uma coluna de granito que dividia a porta que aparece nesta publicação, sendo também arrancada a pedra da parte superior. Enfim, ela está tão destruída que já não se justifica a sua reconstrução, foi condenada pela violência da mudança da Monarquia para a República.

Lena Trindade (FOTO 7)

Rogerio Mourao Felix Eu penso que tinhan as autoridades competentes que tentar restaurar para poder ser visitada

FOTO DA RUA DIREITA DO ARRABALDE
Luísa Vaz Tavares em 15-05-26

Céu Ceia Adoro esta Rua! Eu lembro- me de a ver assim! Amei a foto!

Joaquim Anacleto Em ,1963

Luisa Vaz Tavares Joaquim Anacleto Creio que foi aquando da instalação dos esgotos, é assim?

Joaquim Anacleto Luisa Vaz Tavares Os esgotos foram em 1960.

Luisa Vaz Tavares Joaquim Anacleto Provavelmente demoram alguns anos a instalar na vila toda.

Minda Trindade Só me lembro já em paralelos. A praça é que me lembro dela em terra

Luisa Frazao Eu lembro me que fui para lá com 18 meses

Luisa Vaz Tavares Luisa Frazao , é a tua rua de sempre

Luisa Frazao Luisa Vaz Tavares a luz já eu era grandinha

Luisa Vaz Tavares Que interessante quando a informação é partilhada e ficamos todos a conhecer um pouco melhor aquilo que nos antecedeu. Obrigada!

Luisa Vaz Tavares Outra curiosidade nesta foto é que não se vêm cabos de eletricidade nas paredes.

Clotilde Morgado Fonseca As ruas de Alegrete eram todas de calçada romana , mudaram para paralelos quando fizeram os esgotos

Luisa Vaz Tavares Clotilde Morgado Fonseca , pelo que foi aqui atrás, em 1963

Barbara Morais Entre 1963/64

Fernando S. Trindade Foi de facto em 1963/64, quando eu andava na quarta classe e quando começou a funcionar a escola nova. Foi também calcetado o largo da praça que era de terra, e a rua Trincheira da Carreira que tinha calçada antiga. A gaiatagem ficou contente, porque dava para jogar futebol sem lama, na praça e no outeiro.

Constança Delicado Eu tenho ideia da rua assim!

António Fernandes Delicado tal como surge na foto, "pisei-a" milhares de vezes! No topo da rua situava-se a Sociedade Filarmónica e eu, por esta altura já tinha 16 anos!

Segunda crónica sobre alegretenses notáveis
PADRE AMÉRICO: UM PADRE PROGRESSISTA
Hermenegildo Correia em 15/05/26 (comentários até 18/05/26)

Clotilde Morgado Fonseca Foi um gosto ter feito parte das direcções da Santa casa com o sr Padre Américo durante mais de 20 anos.foi um Amigo parabéns .

Manuel Roque · O Padre Américo,casou os meus Pais, foi meu professor de Português. Descanse em Paz.Para acrescentar que somos todos de Soverete, Alegrete,eu os meus Pais e praticamente toda a Família,o Padre Américo sempre foi uma referência na zona.

Abílio Amiguinho Abraço companheiro. Fui seu colega na São Lourenço e ajudou-me enquanto eu fui um Diretor de Turma principiante. Ficámos amigos para sempre.

Hermenegildo Correia Abílio Amiguinho Desde a infância q conheço o Pe. Américo, pois os meus pais eram de Alegrete, e ele conheceu toda a minha família (assim como conheceu a população de Alegrete, claro). Chegou também a ir a uma aula de sociologia da educação (então lecionada por mim e pelo Fernando Oliveira), salvo erro nos anos 90 do século passado, convidado por um grupo de alunas. Em resumo, foi um prazer enorme ter escrito sobre uma pessoa bem querida pela minha família, e, claro, por muitas mais famílias (de Alegrete e não só). E muito querida também por importantes instituições. Um abraço companheiro!

Luisa Vaz Tavares O Padre Américo... viu-me nascer, como dizem os nossos mais antigos. Quando trouxe os seus pais a viver para Alegrete, o meu avô tornou-se grande amigo do seu pai, batizou-me, deu-me a primeira comunhão. A história da maior parte dos alegretenses da minha geração. Passados anos, foi daqueles que se contam pelos dedos das mãos que me fez agarrar à vida, quando nos meus momentos mais obscuros, me quis desfazer dela. Depois, quis o destino que o sentisse partir para a eternidade a pouquinhos metros de mim. Parabéns, Professor Hermenegildo Correia, pela excelente crónica!

Rita Santos Sr.Padre Américo,que me batizou,orientou o meu percurso na fé.Descanse em paz

Zia Pinheiro Relvas O Senhor Padre Américo,foi um amigo que nos acompanhou toda a nossa caminhada Católica,casou -nos batizou as minhas filhas,casou a mais nova e batizou a minha neta,muito amigo da família. Que descanse em paz

Minda Trindade Parabéns por tão linda crónica, fiquei feliz por ler todas as mensagens de tudo o que o P. Américo fez por Alegrete. Eu era muito pequenina quando ele aqui chegou , fiz todo o meu percurso de catequese do princípio até terminar ,cresci e tive o convite para dar catequese, ninguém lhe conseguia dizer não. Haveria tanto para falar sobre o Padre Américo.

Rosa Barreto Sr Padre Americo que tanto estimava muito amigo da minha familia tanbem me cazou batizou os meus filhos ainda batizou meu afelhado em portalgre a ultima vez que o vi foi ca em. Canpo maior vinha com muitos rapa,zes entao convidei foi almocar conosco na quinta de s Joaozinho ele foi so me deixou boas recordacoes que esteja na paz de deus

Nazaré Caldeira Sr. Padre Américo, havia tanto para dizer, um amigo recordado com muito carinho. Tributo merecido!

Dulce Carrapico Padre Américo, temos saudades de si. Eu, o meu marido e filho. Saudades de conversas, de lanches e de estarmos juntos. Que descanse em paz!

Cremilde Maria Monteiro O Padre que me casou que esteja nos braços de Deu

Manuel Fernandes grande amigo....meu professor

Palmira Parente Sr, Padre Américo, foi quem me casou há 50 anos atrás, e batizou uma das minhas filhas, nunca o esquecerei, que Deus lhe dê o eterno descanso

Teresa Polainas Grande herói como professor e amigo do Coração saudades eternas

Jeronimo Lino Carrapiço Mendes Fui seu aluno de Religião e Moral na Escola Industrial e Comercial de Portalegre no início dos anos 60. Nessa época épica o tempo jogava a seu (nosso) favor. Quantas vezes em vez da aula (se lhe podemos chamar esse desígnio) desafiava os seus educandos a jogar uma futebolada no pátio alcatroado da Escola com o seu colega e também professor de Economia Política Dr. Azevedo Coutinho que fazia parte da equipa adversária. Nós com 12/13 anos, eles (os nossos "professores") com 24/25/26 anos. Fiquei com um excelente ser humano como amigo para toda a vida. Depois disso, anos mais tarde batizou e casou meus filhos e batizou meu neto. Tempo dos Tempos. Que o Senhor o tenha junto a si no lugar justo.

Angélica Miranda Que em paz descanse na luz eterna de Deus.meu amigo ,que saudade mesmo eu estando do lado oposto da política ao seu ,nunca isso o incomodou , até lá meu irmão na fé

Armanda Gonçalves O sr padre Américo , foi meu professor no ciclo preparatório

Isaura Feiteira Um grande, grande Amigo, um verdadeiro Companheiro!

Adelina Garcia Obrigado a quem escreveu esta crónica. Sr.Padre Américo um Grande ser humano

Silvina Correia Candeias Foi o Senhor Padre Américo que me casou e batizou os meus filhos. Frequentou a Escola Silvina Candeias em danças de salão e depois dos sessenta anos, fez a inscrição na ex Universidade Sénior de Portalegre para frequentar as aulas de natação e Pilates. Na Piscina de Arronches éramos os únicos da turma, que mergulhavamos dos pilares. Um dia, bateu à minha porta na Praça João l l e disse: Venho da Segurança Social e quero deixar aqui a mensalidade deste mês. Já não vou frequentar o próximo mês. Conversámos e comeu uma fruta. Estou doente e vou ser internado. Amigo, divertido e humilde. Deixou-nos um grande exemplo. Descanse em Paz OBRIGADA

Fàtima Tavares Grande Amigo fez todas as celebrações minhas e do meu Filho e no final fez o funeral do meu querido Marido Que Descanse na Paz eterna do Senhor

Maria Mata Veiga Pires Muito boa pessoa. Sempre com uma palavra amiga e bem disposto!

Mariana Feiteira O sr. Padre Américo uma referência em Alegrete fiz a catequese também me casou e batizou os meus filhos recordo com muito carinho

Zezinha Balola Uma excelente crónica, descreve bem o Sr Padre Américo e o que foi a sua vida em Alegrete em prol da população.

Maria Gama Um bom amigo com quem se podia contar

Carlos Veloso da Veiga Padre Américo de quem tive o privilégio de ter como amigo.

Carmo Trindade Como foi bom ter tido o Padre Américo na minha vida. Como era bom nós crianças acompanharmos o Sr. Padre à Urra a fazer os casamentos e batizados, só para andarmos de carro e comer as amêndoas que lhe ofereciam

Carlos Morais Personagem incontornável.

Américo Martins Parabéns a quem escreveu esta crónica de referência a este Sr. . Meu padrinho de batismo que foi é com todo o gosto que leio estas palavras sobre este Homem. Obrigado!!! Descansa em paz !!!!

Plinio Neves Foi o Padre Américo que me casou em 1966,mais tarde, casou também as minhas filhas. Foi sempre um bom amigo, passámos ambos bons momentos, como mostra a foto. Será sempre lembrado como homem de bem. Até um dia amigo. (FOTO 8)

Narciso Gaspar Grande homem.bem haja padre Américo. Tive o privilégio de trabalhar com este sr no agr 142 do CNE. E ainda hoje acho que me faz muita falta

Vicente Carranca Grande ser humano como poucos que conheci na minha vida. De todos os contactos com ele recordo uns petiscos em Alegrete e algumas passagens a monte a Espanha na altura para comprar caramelos e louça de vidro transparente verde ou castanha. Que descanse em paz e até um dia amigo.

Quim Graça Foi meu professor de Moral e Religião.

Cecilia Realinho Foi o Sr Padre Américo que batizou O meu filho à 30 anos atrás. Que descanse em paz no reino do céu

Piedade Pires O Sr padre Américo foi uma referência em Alagoa como pároco homem muito respeitador muito Humano fez o casamento do meu filho na Sé em Portalegre vai fazer ,29 anos agora dia 24 de Maio que esteja na presença do Criador Lembro-me muito dele fui catequista um ser Humano extraordinário depois que ele faleceu nunca mais eu assisti a uma missa na minha freguesia Tenho saudades deste grande Homem

Quem se conhece? Fale connosco...
Foto publicada por Clotilde Morgado Fonseca (16-05-26)

Amália Curião Lourenço Que lindas moçoilas numa das aulas de culinária que saudades

Céu Ceia Amália Curião Lourenço Éramos tão felizes! Minha querida Amiguinha Málita beijinhos

Céu Ceia Amália Curião Lourenço As aulas de culinária, eram o MÁXIMO !

Clotilde Morgado Fonseca Amália Curião Lourenço Málita próximamente vamos juntar estes grupos mais perto digo alguma coisa,ok? entretanto vai sabendo novidades por esta página

Clotilde Morgado Fonseca Málita publiquei agora um cartaz fata só a data

Amália Curião Lourenço Tide diga alguma coisa beijinhos

Clotilde Morgado Fonseca Amália Curião Lourenço digo sim,se tiver fotos ou algo que tenha aprendido a fazer ou a dizer ou ainda trabalhinhos ,nós faremos uma exposição.

Clotilde Morgado Fonseca Amália Curião Lourenço Málita já temos data 12 de Julho

Aqui está mais um grupo, vamos conversar?

Foto publicada por Clotilde Morgado Fonseca (16-05-26)

Amália Curião Lourenço Éramos mesmo amigas de

Clotilde Morgado Fonseca Málita estamos a programar um encontro com as meninas do GRAAL vamos ver se conseguimos

Cremilde Maria Monteiro Mas quem serão estas meninas tão jeitosos? O tempo passa rápido mas quando aparecem estas fotos parece que voltamos,mesmo que seja com a. saudade. Tenho saudades de estar com vocês beijinhos a todas

Clotilde Morgado Fonseca Cremilde Maria Monteiro estamos a programar um encontro com algumas meninas do GRAAL vamos v se conseguimos juntar .

Silvina Correia Candeias A saia plissada que tanto se usou e que eu nunca gostei Gostava mais de minissaia

Clotilde Morgado Fonseca mas na altura era chic

Cremilde Maria Monteiro É verdade amiga Malita era amizade pura o que hoje em dia

Amália Curião Lourenço Gostava mesmo de nos juntarmos para nos vermos todas velhas e cheias de maletas grandes cotas

Felix Cat Tenho Aqui duas tias? Cremilde e liva?

Lena Ricardo Clotilde Morgado Fonseca boa tarde tide a foto original tem a minha mãe

Clotilde Morgado Fonseca Lena Ricardo Lena voce é filha de qual das meninas?

Lena Ricardo (FOTO 9)

Lena Ricardo Tide, a minha mãe é a Joaquina

Olívia Monteiro Já não se fazem amigas destas beijinhos

Ester Morgado Serra Ah que lindas adoro esta foto..bonita recordação ,,,já foi talvez há uns 50 anos!!!

Olívia Monteiro Duas tias maravilhosas

Manuel Balola Acho que está aqui a minha irmã Maria Inês e a irmã Rosalina ?

José Rosalina Rodrigues Manuel Balola achas bem

Helena Castanho Acho que conheço aqui algumas

A propósito da crónica do professor Hermenegildo Correia, publicada ontem nesta página...
Fotografia cedida por Luisa Frazao – Publicada por Luísa Vaz Tavares (16-05-26)

Luisa Vaz Tavares O Padre Américo, talvez no ano em que chegou a Alegrete ou no seguinte, e a Valéria, que terá sido a última aguadeira de Alegrete.

Hermenegildo Correia Excelente foto! Obrigado Luísa Frazão. Obrigado tb Luísa Tavares

Luisa Vaz Tavares Hermenegildo Correia , esta foto é um tesourinho.

Olívia Monteiro Sim no tempo da valeria era ela que ia a fonte e baixo buscar água coitada muita vez desceu e subiu aquela barreira

Luisa Vaz Tavares Olívia Monteiro , era um trabalho duro, como muitos daquele tempo.

Armindo Afonso Olívia Monteiro também a Carminda, se bem me lembro. Outros tempos.

Armanda Ribeiro Olá ao meu muito estimado,primo,Hermenegildo Correia!Tive oportunidade de dialogar com o padre Américo ,uma ou duas vezes,que adorei,bem como o meu marido,deu mostras de uma pessoa muito humana e progressista,amigo sem distinção!Não aconteceu mais nenhum contacto,porém por tudo em que se empenhou,em prol do desenvolvimento da nossa querida terra,o meu bem haja!Que estejam no reino da glória, em paz!Pois as pessoas de carácter como ele,o merecem.

E ESTA, SABIAM?
Notícia divulgada por Francisco Pacheco a propósito do lançamento do "Tratado de Portalegre" – publicada a (17-05-26)

Francisco Pacheco Claro que no século XVI, Alegrete era concelho e não freguesia, daí os seus limites territoriais serem diferentes e o Monte dos Muachos, hoje pertencente à freguesia de Assumar, concelho de Monforte. Já a propósito do brasão de Alegrete, se falou aqui deste facto, já que a família Cabreira é oriunda, segundo o que conseguimos apurar, deste mesmo Monte.

Ruy Ventura Francisco Pacheco, Alegrete era concelho com freguesia-paróquia única. Uma realidade não tapava, tal como não tapa, a outra. Creio que ainda temos 2 municípios em Portugal com freguesia única, Barrancos e São João da Madeira.

António Pedro Manique Desconheço a realidade anterior ao início do século XIX, mas em 1826 o concelho de Alegrete tinha uma única freguesia, S. João Baptista, com 293 fogos. Outros concelhos da época, pertencentes à então comarca de Portalegre, tinham igualmente uma única freguesia, designadamente Arez, Assumar, Alpalhão, etc.

António Pedro Manique Francisco Pacheco Mas o brasão de Alegrete era o dos Cabreira? De onde vem essa informação? Não me parece que o fosse, mas aguardo confirmação.

Francisco Pacheco António Pedro Manique Boa tarde professor. Não é o brasão de Alegrete, mas aquele de que falámos aqui a propósito da tal foto da casa de Alegrete.

Luisa Vaz Tavares Isto está muito interessante! Tenho vindo a aprender muito sobre a nossa freguesia.

Abílio Amiguinho Alegrete, Arronches, Marvão e Portalegre eram referências chave

Ruy Ventura Sotto Maior não nasceu em Alegrete nem no monte dos Muachos. Estou a terminar artigo, a publicar no jornal Alto Alentejo, em que divulgarei o seu registo de baptismo e o registo de baptismo de mais 5 ou 6 irmãos seus, com datas de nascimento, nomes dos pais... e o local onde realmente nasceu. Que ele, aliás, afirma no seu "Tratado", não estivesse mal transcrito nas 3 edições existentes! De Alegrete eram alguns dos seus parentes, nomeadamente um primo do pai, que instituiu capela na igreja matriz de Alegrete e aí foi sepultado.

Francisco Pacheco Ruy Ventura Obrigado pela correção da informação. Fui buscá-la às notas, presumo da Editora Colibri a propósito da sua reedição. No entanto como disse tudo isto carece sempre de validação e comprovação para que tenha o rigor que gostamos de ver associado ao que fazemos. Ainda bem que vez esta correção e a vai fazer no Jornal Alto Alentejo, para que não se crie mais uma deturpação.

CRÓNICA 6 de GONÇALO PACHECO (17-05-2026)
(AMÁLIA RODRIGUES) – comentários até 18-05-26

Francisco Pacheco Tinha para mim que obrigatoriamente lhe terias, mais cedo ou mais tarde, que tocar. Acho muito importante a contextualização que fazes, pois em "Trova do vento que passa", que ela, como Adriano cantaram, e como já referiste foi a "Grândola antes da Grândola", mostra inequivocamente que se alguém se viu obrigado a dela se servir foi o regime não ela! Acredito que se dúvidas disso houvesse Ary dos Santos o desmontaria de forma magistral. Parabéns Gonçalo, acho que esta era a contextualização que Amália merecia. E já agora obrigado pelo ciclo dedicado a vozes femininas, justamente na altura em que, em Alegrete vamos homenagear o GRAAL e também Américo Agostinho, um incondicional empoderador de mulheres.

Luisa Vaz Tavares Mais uma vez, uma excelente escolha. Obrigada pela contextualização, que nos ajuda a compreender um pouco melhor a essência de Amália. Parabéns!

Céu Ceia Excelente! Como sempre!..Amália Rodrigues, é indiscutivelmente o expoente máximo e a maior, embaixadora do fado no mundo! O seu legado permanece inigualável!..Parabéns Gonçalo Pacheco

Zezinha Balola E com que voz!.... obrigada por mais uma escolha de excelência.

Clotilde Morgado Fonseca Bravo

FOTO DE UM PENICO (17-05-2026)
(publicado por Luísa Vaz Tavares) – comentários até 18-05-26

Angelina Andrade Luisa Vaz Tavares toca a fazer a letra

Luisa Vaz Tavares Angelina Andrade , não sou tão dotada como tu

Angelina Andrade Luisa Vaz Tavares não sejas modesta. Mas se queres, dou-te a minha. Podes usar no teu bispote

Zezinha Balola Também tenho um com flores azuis,ainda da minha avó.

Luisa Vaz Tavares Zezinha Balola O da minha avó tinha as flores em tons de rosa. São peças bonitas.

Carlos Galaricha

"... Ao leite chamam lhe lête

Um bacio é um penico

Um desmaio é um fanico

Um cantêro é Alegrete

Um soutien um colête

Do pão duro fazem de migas

São saias quaisquer cantigas

Grão cozido e granvanzada

Qualquer pessoa é coitada

E as amantes são amigas..."

Luisa Vaz TavaresCarlos Galaricha Sabes que a realeza lhe chamava bispote? E como sabes sou de um Cantêro.

Carlos Galaricha Luisa Vaz Tavares Desconhecia tal nome dado ao penico ou bacio, bispote, é a 1eira vez que ouço falar em tal palavra. És, de cantêro é Alegrete, claro que sei!!

Ruy Ventura Noutra freguesia do concelho de Portalegre cantava-se: "Cala-te pr' aí, boca aberta, / orelhas de maçarico, / qu' hê-de pintar a tua cara / nas bordas do mê penico."

A PROPÓSITO DE DUAS FOTOS …
(publicado por Luísa Vaz Tavares a 18-05-26) – comentários até 18-05-26

Fernando S. Trindade O da direita, o capitão Rodrigues, escreveu a letra do Alegrete Ramalhete, e José Maria Vieira Grilo, compôs a música.

Luisa Vaz Tavares Fernando S. Trindade Exato!

Luisa Vaz Tavares Exato, mas creio que há um motivo por trás da criação de um hino à nossa terra. Mas o professor António Fernandes Delicado poderá dizer se estou certa.

Mario Ceia com algumas alterações dois arranjos musicais que deram lugar ao Alegrete Ramalhete e Alegrete Tradição.

Mario Ceia Para complemento do mencionei atrás foram extraídos dum Hino Canção a Alegrete em 1959, pelo Sr.Cap. Rodrigues.

Luisa Frazao Tanto um como outro eram da minha gente José Maria Grilo era primo irmão do meu avô,e Capitão Rodrigues era primo irmão da minha avó. Eram os dois da minha gente.

Luisa Vaz Tavares Luisa Frazao Tens a quem sair nesse teu grande gosto pela banda.

Luisa Frazao Escreveu a letra do Alegrete na cadeia. Muitas histórias a minha mãe contava sobre eles. Foi onde eu as ouvi,a minha mãe a contar me.

Cremilde Maria Monteiro Alegrete com as suas gentes do antigamente que maravilha . L José Mara Grilo ainda tive o prévilegio de conhecer do outro Sr muito ouvi a meu saudoso pai falar

Luisa Vaz Tavares Cremilde Maria Monteiro Dois orgulhosos alegretenses, que enalteceram a sua terra natal com o seu dom artístico.