SÍNTESE DOS COMENTÁRIOS SEMANAIS NA PÁGINA
Síntese 4 (29 de maio a 8 de junho de 2026)
NOTÁVEL VILA DE ALEGRETE
(Síntese dos comentários
publicados entre 29 de maio e 8 de junho
de 2026)
A PROPÓSITO DE UMA FOTO DE ALEGRETE ANTIGAMENTE
Publicada em 29/06/2026 por Ana Cristina Serra
Francisco
Pacheco Ana
Cristina Serra Fotografia fantástica. Parabéns.
Francisco
Pacheco Ana
Cristina Serra Fotografia fantástica. Parabéns.
Cremilde
Maria Monteiro Que alguém me ajude, a senhora que está á porta é a tia
Bia . Cristina de souberes diz me obrigada
Ana
Cristina Serra Cremilde
Maria Monteiro Vou tentar saber D.Cremilde depois lhe digo se
conseguir.Beijinho
Cremilde
Maria Monteiro Ana
Cristina Serra Agradeço beijo
A IMPORTÂNCIA DAS DATAS – artigo de António Pedro Manique
publicado em 30/05/2026
Francisco
Pacheco António
Pedro Manique Muito obrigado pelo seu contributo e pela sua
dedicação à nossa coletiva causa. Focar um historiador do seu gabarito, oriundo
de Salvaterra de Magos, em Alegrete, é para mim uma grande honra, para mim e
não só. Permite ao GRUPO DE INTERVENÇÃO PATRIMONIAL DE ALEGRETE cumprir a sua
missão, devidamente ancorado, como o professor diz em documentos. Espero agora
que as instituições, onde as datas se encontram erradas rapidamente as
corrijam, de forma a não acontecer, como o professor relatou, no seu concelho.
Grande e estimado abraço
António
Pedro Manique Francisco
Pacheco Não tem nada a agradecer Francisco, gosto do que faço e
procuro repor a verdade histórica sempre que posso.
Luisa
Vaz Tavares Muito obrigada, Professor António
Pedro Manique, por nos ajudar a repor a verdade histórica, baseada em
documentação fidedigna.
Zezinha
Balola Muito obrigada Prof Antonio Pedro Manique.
José
Lista É um erro de todo o tamanho essa placa
TEXTO DE RITA PACHECO SOBRE A OFICINA DE SAPATEIRO DE SEU
PAI JOSÉ GRILO
Publicado em 30/05/2026
Emilia
Costa Tanto que a minha mãe, moradora na Rua Direita, mencionava o
vizinho Zé Grilo!
Luis
Pacheco Emilia
Costa , é tão bom falarem daquela pessoa que foi tanto para mim, o
meu ídolo. Só tenho a gradecer do coração, o que me fizerem chegar sobre ele.Rita
Pacheco
Emilia
Costa Luis
Pacheco a minha mãe, Maria Inês do Beja, referia-o como vizinho e
amigo. Também falava na filha. Dizia o mestre Zé Grilo. Havia uma relação de
vizinhança, proximidade e amizade na tão mencionada Rua Direita! Tem sido um
constante relembrar de frases e pessoas que apenas conheci de nome!
Luis
Pacheco Emilia
Costa , a sua mãe era irmã do Isidoro, creio eu.
Emilia
Costa Luis
Pacheco era sim. O meu tio Isidoro, a minha tia Joaquina e a minha
tia Jacinta que faleceu há um ano.
Luisa
Vaz Tavares Obrigada pelo testemunho. Sempre ouvi dizer que este senhor
tinha uma grande oficina de sapateiros.
Luis
Pacheco Luisa
Vaz Tavares, os funcionários não trabalhavam todos na oficina, alguns
tinham que trabalhar nas suas casas, devido ao espaço. Obrigada pela
intervenção. Rita Pacheco
Clotilde
Morgado Fonseca Ɓeijinhos Bi- Rita, linda recordação , tambem eu tenho
essas recordações bem bem presentes , e os nossos serões na rua Direita?eu
morava na casa ao cimo da rua.
Luis
Pacheco Clotilde
Morgado Fonseca, respondi _ lhe pelas mensagens, porque na altura a
página não tinha a opção " responder ". Lembro tão bem as
brincadeiras na rua, depois do jantar ! Fico saudosa. Beijinhos, Tide. Rita
Pacheco
Maria
José Neves TUDO verdadeiro o que a Bi-Rita como nós lhe chamamos disse
também o meu falecido marido trabalhou para o Zé Grilo como todos nós com
respeito o chamávamos.
Luis
Pacheco Maria
José Neves , pois foi. O marido era o Augusto. Obrigada pela
intervenção, são memórias que guardo com prazer. Beijinho, Rita Pacheco
Mercedes
Arez (FOTO 1)
Luis
Pacheco Mercedes
Arez, estou a responder à menina que fez estágio pelo Graal e esteve em
casa de meus pais ! Que alegria me proporcionou agora ! Éramos as duas meninas/
moças a desabrochar para a vida. Lembro _ me de tomarmos café juntas. Beijinhos,
Rita Pacheco
Francisco
Pacheco As artes e ofícios de Alegrete, aqui amplamente referidas ao
longo da existência da página Notável Vila de Alegrete, merecem uma
patrimonialização que as fixe na memória coletiva, e as transporte, como
carácter de identidade para as gerações vindouras.
Francisco
Pacheco Também os períodos inigualáveis a que Alegrete se encontra
historicamente ligado, quase como se de um cordão umbilical se tratasse,
merecem igual fixação para o futuro. Se no próximo dia 12 de Julho, através da
1ª TERTÚLIA DA MEMÓRIA", uma época de ouro de Alegrete vai ser justamente
recordada e homenageada, temos consciência que não são atos efémeros que farão a
ponte com o futuro. Outros caminhos vão ter que se encontrar! E essa é uma
missão inquestionável que o GRUPO DE INTERVENÇÃO PATRIMONIAL DE ALEGRETE abraça
de forma comprometida e consequente.
Mercedes
Arez Uma imagem que recordo com muita ternura e amizade.
José
Vieira Excelente texto aqui postado. Nem poderia ser doutra maneira.
Era no Zé Grilo ( desculpa o tratamento sem cerimónia), que o meu pai se
calçava, e eu idem. Penso até que os primeiros sapatos finos que calcei foram
manufacturados pelo Sr. teu pai. Modelo escolhido no catálogo que a oficina
tinha. Quero acrescentar que recordo com saudade esses tempos já um pouco
longínquos em que a rua Direita tinha vida. Sapateiros, alfaiate, padaria,
tabernas e mais comércio e tudo isso acabou. Até residentes fixos já são
poucos. E da Vila Alegre vai um abraço com estima e amizade, enviado pelo Zé
D'ôro.
Luis
Pacheco José Vieira, obrigada pelo seu testemunho. Falar da oficina e
do meu Pai, é para mim muito gratificante. Os desenhos dos sapatos,, sobretudo
de senhora, eram da auroria da minha Mãe. Um abraço, Rita Pacheco
Maria
DAlegria Carvalho Como eu me lembro deste senhor! E de sua filha, só
tenho pena de poucas colegas de escola, hoje não conheço quase nenhuma. Mas
recordo-as com saudade. A Bi-Rita é uma delas.
Luis
Pacheco Maria
DAlegria Carvalho, eu lembro _ me do seu nome. Penso que não vivia na
vila, mas sim nos arredores. Também me lembro da Maria Gaio, que igualmente
morava nos arredores.. Eu tenho fotografias dos quatro anos da escola primária.
Vou tentar enviar a da primeira classe, em que estamos na fila da frente. Abraço,
Rita Pacheco
Maria
DAlegria Carvalho Sim, eu morava e nasci perto da bica de rei. Onde
mora hoje a Celeste Calrão. Também me fala na Maria Gaio, pena ter partido tão
cedo. Fazia-mos o caminho juntas, embora ela ainda mora-se mais distante. O
tempo passa e ficam as saudades apesar de ter vindo daí muito nova mas a minha
vila é onde andei á escola, me batizei, fiz a comunhão. tenho tudo isso bem
guardado em mim. Obrigada. Abraço
Luis
Pacheco Maria
DAlegria Carvalho Foto de 5 de junho de 1957. Alunas da Escola
primária de Alegrete. Sou a 5ª da primeira fila, a contar da esquerda. Pode
aumentar a imagem se nela der um toque com o dedo. (FOTO2)
Maria
DAlegria Carvalho Não consigo reconhecer-me! Mas creio que sou a que
estou na terceira fila a contar da esquerda. Obrigada pela recordação.
Luis
Pacheco Foto das alunas da Escola primária de Alegrete, 5 de Junho de
1957.
Manuel
Felix Que a sua alma descanse em paz.
Luis
Pacheco Manuel
Felix , obrigada. Rita Pacheco
Filomena
Magalhães Não sou de Alegrete e nem alentejana,mas o meu contributo a
todos os sapateiros.meus ascendentes ,todos eram sapateiros.e ,vivi com meu avô
,mestre sapateiro...ainda me.lembro de tudo o que ele fazia.
Zila
Macas Que Saudades desse tempo, do Primo Zé Grilo e da Prima Isilda.
Era uma Família Muito Unida. Não esquecendo os nossos lanches a BI_ RITA e eu,
nos nossos quintais. Recordações que jamais serão esquecidas.
Luis
Pacheco Zila Macas : Eu também não esqueço os melhores momentos da
minha infância e juventude. Lembro _ me bem de nós em cima da figueira a comer
pão ainda quentinho com mel, que a prima Maria Clara, gentilmente nos oferecia.
É só um exemplo de como o nosso crescimento se fez, com muita atenção da parte
dos nossos pais. Eu costumo dizer que na nossa idade já avançada, se vive muito
de recordações. E é inevitável não sentir saudades. Espero que esteja bem,
Zilinha. Muitos beijinhos meus e do Luís. Rita Pacheco
ENCONTRO ENTRE JOAQUIM RAMOS PINTO (PRESIDENTE DA ASPEA)
E FRANCISCO PACHECO EM ALEGRETE. Publicado em 31/05/2026)
Céu
Ceia Um grande aplauso para este encontro! Francisco
Pacheco
Carmo
Serrote Alegrete merece esta atenção, esta divulgação e esta projeção
como um grande centro histórico de interesse nacional. Vamos lá Francisco
Pacheco
Dulce
Carrapico Muitos parabéns! O Projecto cresce todos os dias. Abraço
Luisa
Vaz Tavares Todos os dias um passo mais. Obrigada, Francisco
Pacheco!
Francisco
E Encarnação Velez Parabéns, é Alegrete marcando pontos. Um abraço
Fernanda
Coutinho Parabéns. Muito sucesso .
Luís
Ribeiro Espetáculo!!
Para o infinito e mais além
Francisco
Pacheco Luís
Ribeiro Caro Luís, obrigado. E ainda temos que ver a articulação
com a nossa associação (APEI - Associação de Profissionais de Educação de
Infância) que tu diriges magistralmente. Acho que já chegámos a falar de que o
edifício que aparece noutra publicação (antiga câmara de Alegrete) foi,
atrevo-me a dizer, uma das primeiras instituições de pré-escolar em Portugal
com verdadeira intencionalidade educativa. Imagina esta pequena vila com
resposta educativa de jardim de infância nos anos 60 do século passado (provavelmente
a partir de 1965). Tudo isso vamos recordar numa tertúlia de memória (12 de
Julho 2026) que envolve o GRAAL, responsável por muito do que aqui se fez por
esses anos. A Teresa Vasconcelos conhece bem a história. Por outro lado se te
disser que nos anos 80 do século passado, antes ainda de nós tirarmos o curso e
nos conhecermos, com a construção da então nova sede da Sociedade Recreativa
Musical Alegretense (de que por aqui também há fotografias) esse mesmo jardim
de infância terá sido dos primeiros a ter um piso inteiro desenhado e
arquitetado especificamente para educação pré-escolar? Onde andava ainda o
Plano de Expansão da Educação Pré-escolar, as Orientações curriculares, etc,
etc... E garanto-te que isto não é bairrismo!
Luís
Ribeiro Francisco
Pacheco essa é uma história interessantíssima! Podes sempre contar
com a APEI
Quando quiseres conversamos Grande abraço
MÚSICA DA SEMANA – Rúbrica de GONÇALO PACHECO publicada
em 31/05/2026
Francisco
Pacheco Fantástico! Obrigado Gonçalo, mais uma vez uma escolha Notável.
Mercedes
Arez Ao vivo só a ouvi uma vez! Uma voz maravilhosa!
Céu
Ceia Brilhante escolha! Gonçalo
Pacheco
Luisa
Vaz Tavares Mais uma escolha de excelência! Voz maravilhosa. Parabéns
pela fantástica seleção que nos tem trazido semana a semana!
PUBLICITAÇÃO À DANÇA DAS CIGANAS NA FESTA DA SENHORA DA
ALEGRIA – publicado em 01/06/2026)
Lena
Trindade A minha avó Jacinta cantava a musica da dança das ciganas
tantas vezes em casa, até ensinou a dançar. Reviver e resgatar as nossas
tradições é extraordinário
Francisco
Pacheco Lena
Trindade então venha connosco fazer isso
Lena
Trindade A Zezinha
Balola tb aprendeu a dançar com a mãe dela, a minha avó Jacinta. E
se me me lembro ainda anda uma saia lá por casa.
Tânia
Balola LenaTrindade
belos tempos!
Lena
Trindade Tânia
Balola podes crer
Emilia
Costa A minha mãe participou na dança e cantava. Aprendi pequenos
excertos e brinquei muito com os brincos...
Luisa
Frazao A Jacinta do Xana ensinou nos a dançar essa dança no tempo do
grupo de jovens
Luisa
Vaz Tavares Luisa
Frazao Sim, na altura levou-se a dança das ciganas à Bélgica, no
intercâmbio que fizemos.
Lena
Feiteira Se os ensaios forem compatíveis com os meus horários eu quero
participar.
Francisco
Pacheco Lena Feiteira obrigado pela disponibilidade. Os horários serão
marcados a contento de todos inclusive dos animadores. Em breve enviaremos mais
informações
Susana
Dinis Lena
Feiteira Leninha, isto é a tua cara! Assim haja quem te acompanhe!
Ruy
Ventura Há um excelente artigo publicado nos anos 80 sobre a
"Dança das Ciganas", editado num número da revista "A
Cidade".
À SAÍDA DA MISSA – Foto de Luísa Frazão publicada por
Luísa Vaz Tavares em 02/06/2026
Germana
Correia Recordar e viver beijo Luisa
Céu
Ceia A foto é uma bonita " relíquia " Também reconheci a Sra
D. Cremilde " professora " e a Sra D. Josefina. Penso , que estou
certa! Ou não ?Clotilde
Morgado Fonseca
Clotilde
Morgado Fonseca Céu
Ceia sim Céu está certissima , no meu comentário faltou a D.
Cremilde,mas vou lá por. Foi minha professora da 1 a 4 classe e as outras
senhoras eram catequistas na altura.
Céu
Ceia Clotilde
Morgado Fonseca A SRA D. Cremilde Garção também foi, a minha
professora do ensino primário. Da primeira à quarta classe. Nesse tempo, não
havia catequistas. Era a professora , que nos ensinava as orações. E preparava
as meninas, para a primeira comunhão. Eu nunca a fiz ...Não era
bactizada.Também nunca, fui marginalizada por essse motivo! Pois a professora
dedicava as tardes , de quarta- feira a actividades religiosas! Era BONITO
!
Também termos, formação religiosa na escola! Nesse tempo
era diferente Tide
Clotilde
Morgado Fonseca Céu
Ceia verdade, nós já tivemos catequistas
Clotilde
Morgado Fonseca Céu
Ceia nos sábados era o dia da Mocidade portuguesa com rodas e
cantigas
Céu
Ceia Clotilde
Morgado Fonseca Não tenho memórias dessas actividades!...Na minha
geração não existiam ...As rodas e as cantigas faziamo las , no recreio das
aulas.
Luisa
Vaz Tavares Céu
Ceia , Clotilde
Morgado Fonsecaa Dona Cremilde foi professora de muitas gerações de
alegretenses. Por acaso não foi minha, mas via-a todos os dias na escola.
Céu
Ceia Exatamente! A Sra D. Cremilde fazia parte do património cultural
" didáctico " de várias gerações de Alegretenses Fez lá toda, a sua
carreira profissional como professora! Ensinou muita gente a ler... Isso é
cultura! Senhora muito respeitada em Alegrete.
Céu
Ceia Luisa
Vaz Tavares A missa nos anos 60 era considerado um Acto Social, de
grande VALOR!... Em Alegrete era assim...
Luisa
Vaz Tavares Céu
Ceia Sim, por isso o simbolismo da foto. E também todo o cenário
envolvente.
Mercedes
Arez Eu reconheço a Teresinha do Graal e a D.Cremilde. Não tenho
certezas relativamente a mais ninguém.
Helena
Castanho Está ai com olhos de marram morta .....claro está com olhos
tristes.... Um senhor estava á beira da morte .mas não acabava de morrer ...um
dos filhos mais pequenos estava cheio de fome pois era perto da hora do almoço
e então dizia .....nem o pai morre nem a gente almoça
Luisa
Frazao Não é a Dona Cremilde
Clotilde
Morgado Fonseca Luisa
Frazao ok
Luisa
Frazao A senhora que lhe chamem a dona Cremilde é a mãe do Manuel do
Toninho a costureira. Tide não é como você disse.
Clotilde
Morgado Fonseca Luisa
Frazao o que estas a dizer ?
Luisa
Frazao Clotilde
Morgado Fonseca da fotografia que eu lhe dei á saída da missa no
largo da praça
Céu
Ceia Mercedes
Arez Também acho, que a Senhora, que está ao lado direito da D
Cremilde é a D. Teresinha do Graal " sem certezas"
Mercedes
Arez Céu
Ceia Ser a D.Cremilde não tenho tanta certeza . Vão lá muitos
anos,apesar de continuar a encontrá-la por Portalegre durante algum tempo.
Céu
Ceia Mercedes
Arez Pois eu acho, que não está errada! É a D. Cremilde! Mas tem
razão!Já passaram tantos anos ...Também eu a encontrava , em Portalegre e
estava diferente! Os anos vão modificando as pessoas.
Luisa
Frazao Tide não digo o contrário quem me disse foi minha mãe eu conheço
duas ou três não conheço mais mas a minha mãe disse o nome de todos até das
miúdas. Eu não posso discutir isso não é do meu tempo algumas.
Clotilde
Morgado Fonseca Luisa
Frazao a mãe chamava- se Maria do Tonhinho e nao está na
foto.esqueceste o que a tua mãe te disse.
Céu
Ceia Luisa
Vaz Tavares Obrigada pela publicação desta foto! Beijinho Luisinha
Isaura
Feiteira Mercedes
Arez , não me parece a Teresinha!...
Maria
Ana Bruno É uma recordação linda só conheço a menina Josefina beijinhos
Maria
Ana Bruno As árvores lindas que agora está a Praça nua
Maria
Inês Paulino Maria
Ana Bruno é verdade a nossa praça está muito vazia
Clotilde
Morgado Fonseca Quanto a mim o valor desta foto está no que ela
representa e não na identificação de quem lá está
Céu
Ceia Clotilde
Morgado Fonseca É a sua opinião e respeito! Mas eu gostei muito,
de ver as pessoas, que estão na foto! Porque eu vivi " estórias"
bonitas com a Sra D. Cremilde e a Sra D. Josefina
Zezinha
Balola Como não conheço as pessoas não posso opinar,gosto do que a
praça mostra ,um grande contraste em relação aos dias de hoje!
Céu
Ceia Zezinha
Balola Óbviamente, que representa o contraste , entre o passado e
o presente! Como vivemos em democracia, podemos opinar sobre o que vemos!...
Também respeitar, todos os comentários! E viva a LIBERDADE!
Luisa
Vaz Tavares Lá está o Largo da Praça térreo, a calçada a começar mais
ou menos junto ao edifício da antiga câmara, o coreto sem cúpula e como era
domingo, carroças e carros de parelha parados.
Luisa
Frazao Mas por acaso que tinha a foto era eu e o agradecimento é
esse.Ok
Luisa
Vaz Tavares Mercedes
Arez, Céu
Ceia, Clotilde
Morgado Fonseca, aqui está a Dona Cremilde já nos anos 70... (FOTO 3)
Céu
Ceia Luisa
Vaz Tavares Gostei! Obrigada!
Céu
Ceia Luisa
Vaz Tavares Turma mista.Na minha geração , isso não existia, com
a D. Cremilde. Eram só meninas.
Minda
Trindade Ainda me lembro da praça do coreto tal qual está na foto,
lindas recordações
Clotilde
Pacheco Também interessa quem lá está e nós reconhecemos. Matamos
saudades e isso sabe muito bem.
Clotilde
Morgado Fonseca Clotilde
Pacheco prima Bia de inicio disse o nome de todas as presentes
incluindo eu que estou de mão dada com a prima Beatriz ,mas arranjanjou- se uma
confusão e tive que apagar.agradeço e enviu um beiji ho para as duas.
Carmo
Serrote Muito interessante E a Sra com o seu missal
CONVERSAS AO SERÃO – CANTOS/CANTES DO TRABALHO –
Publicado por Luísa Vaz Tavares em 03/06/2026)
Helena
Castanho Aqui estou eu tambem e tambem tenho essa foto
Luis
Pacheco Cara Luísa: Em Alegrete, as pessoas gostavam de cantar a
começar por mim, que toda a viida cantei em coros ( e até de ópera, no Coliseu
do Porto, onde resido ). Mas também de música tradicional, eu gosto muito e
cantei uns anos no Grupo Etnográfico e Folclórico da Universidade do Porto,
nomeadamente as saias e música tradicional de todo o país. Os alentejanos, e
consequentemente os alegretenses, sempre gostaram de versejar. No meu tempo de
criança e adolescente, sempre se cantaram " AS SAIAS " __ quadras
cantadas com música alegre e mexida. Cantadas a uma só voz, por uma pessoa ou
várias, e podiam ser acompanhadas por instrumentos, vulgarmente o acordeão. Aí,
no Alto Alentejo elas éram típicas e cantavam _ se nas fainas agrícolas e onde
se juntava a mocidade, sobretudo rapazes pois os grupos mistos eram mais
difíceis. No tempo da minha mãe era assim, as raparigas ainda tinham um certo
recato. O canto alentejano, recentemente chamado " CANTE __ CAN + TE , CAN
primeira sílaba de canto e TE ,segunda sílaba de terra CANTE resulta de Canto
da Terra, terra que eles trabalhavam. É mais no Baixo Alentejo, onde se
originou. É um canto tradicional cantado por grupos corais em regime de
polifonia e a duas vozes. Primeiro entra a voz grave que dá a melodia, depois a
voz mais aguda que harmoniza , e por último os restantes elementos . É cantado
à capela, ou seja, sem instrumentos. É verdade que, devido à sua projecção
nacional e internacional ( classificado já como Património Imaterial da
Humanidade, em 2014), fez com que recentemente, alguns mas poucos lugares do
Alto Alentejo, nomeadamente Portalegre ( OS LAGOIAS ) tivessem criado grupos
corais com CANTE. No meu tempo, como música popular e tradicional, eram as
SAIAS. Portanto, não havia a formação de grupos corais, como no Baixo Alentejo.
Espero ter dado uma contribuição esclarecedora sobre esta matéria. Abraço, Rita
Pacheco
Luisa
Vaz Tavares Luis
Pacheco Muito obrigada. Excelente explicação.
Mercedes
Arez Que belo texto Rita! Fala do teu percurso que gostei de conhecer e
do verdadeiro CANTE que conheci no Baixo Alentejo onde estive a trabalhar num
Projecto Comunitário, no ano a seguir à minha passagem por Alegrete.
Clotilde
Morgado Fonseca Luisinha, sempre a relembrar os costumes das nossas
gentes, que bom que é termos quem não esqueça que foram eles, os trabalhadores,
que apesar das poucas condições, ainda tinham ânimo e alegria para cantarolar e
dançar. Parabéns amiga gostei, e para te lembrar aqui vai uma quadra que ouvi
cantar a uma amiga.
Já Elvas se está queixando
Que não tem moças formosas
Bela vila de Alegrete
Que até as silvas dão rosas.
Luisa
Vaz Tavares Clotilde
Morgado Fonseca Obrigada, Tide! São as nossas raízes, a nossa
essência, aquilo que nos faz ser quem somos.
Clotilde
Morgado Fonseca Luisa
Vaz Tavares sim , é tao bom sabermos quem somos e de onde viemos
Luisa
Vaz Tavares Uma das modas mais conhecidas... Campo Maior é uma
vila/Portalegre uma cidade/Alegrete um jardim/Onde brilha a mocidade
Maria
José Neves Aqui vai outra Campo Maior é sol posto Barcelona meia tarde
Bela Vila deAlegrete onde canta a Moçidade
Luisa
Vaz Tavares Carmo
Serrote Muito obrigada! É isso mesmo, foi escrito com o coração de
quem sente as suas gentes.
Francisca
Gaio Ainda hoje se conversarmos com pessoas que tem mais idade elas têm
o hábito de fazer rimas como se dizia. O meu pai na colheita da azeitona no
alto das oliveiras tinha essa alegria e o tempo passava mais depressa com as
suas lindas cantorias.
Luisa
Vaz Tavares Francisca
Gaio É verdade, é um costume que nós mais novos perdemos, mas era
bonito.
Céu
Ceia Parabéns pelo texto! Ele consegue captar a verdadeira essência da
identidade local. A forma como descreve os nossos, costumes regionais
transporta para o leitor as nossas tradições! Celebrando a autêncidade e o
património cultural da nossa gente! Parabéns Luisa
Vaz Tavares
Luisa
Vaz Tavares Céu
Ceia Muito obrigada! São elas, as nossas gentes, que ao longo dos
tempos, foram criando a nossa grande riqueza cultural.
Luis
Pacheco
Sei que se faziam VERSOS e CANTIGAS, de improviso.
Mas vão estas que creio, serem feitas com devoção:
As muralhas de Alegrete
Não são prata nem marfim
São feitas de pedra dura
Para muitos séculos sem fim
Alegrete amuralhado
Não é vila nem cidade
Tem uma igreja doirada
Onde brilha a mocidade
Onde brilha a mocidade
Brilha toda a freguesia
No dia da linda festa
De Nossa Senhora d ' Alegria
Estas são algumas das quadras feitas no leito do hospital,
onde convalescia de uma perna partida, a D. Joaquina Rosa Mourato.
A seguinte quadra, sei de pequenina, mas esqueci o autor :
Alegrete ramalhete,
Já meu peito foi teu vaso.
Já lá tens novos amores
Já de mim não fazes caso.
Rita Pacheco
Luisa
Vaz Tavares Luis
Pacheco Muito obrigada pela contribuição. De facto, esta última
ainda se ouve muito por aqui, mas já lhe deve ter esquecido o autor.
Luisa
Frazao E os teus olhos lindos olhos E os teus olhos lindos são E os
teus olhos meu amor Cativam o meu coração
Maria
Martins Acho que também faço parte da roda mas não me reconheço.
A PANELA AO LUME: A COMIDA DOS GANHÕES
Publicado por Luísa Vaz Tavares e Clotilde Morgado Fonseca em 04/06/2026
Zezinha
Balola A comida dos ganhoes tem varias vertentes dependendo do local.
Vivi num monte em Campo Maior,onde os meus pais eram os caseiros. A minha mãe
fazia o almoço para os ganhoes Era uma enorme panela de ferro que também tinha
um lume forte dado o tamanho desta. A sopa ,normalmente sempre de grão,com
algumas verduras da horta que o meu pai cultivava .Azeite? Bem,esse ficava para
a açorda ou gaspacho dependendo da altura do ano.A gordura na sopa era a "
boia " toucinho que depois acompanhavam com o pão. " marocate "
e as azeitonas ! Estes eram os ganhoes vindos da zona de Alegrete e também das
beiras, os que iam lavrar as terras para as sementeiras. Tempos difíceis !.....
Clotilde
Morgado Fonseca Zezinha
Balola boa descrição Zé e é como dizes em cada região comia- se o
que terra dava.
Céu
Ceia Zezinha
Balola Tal e qual!.. Subscrevo o teu comentário! Guardo essas
memórias, de quando visitava os tios " teus pais"! No Monte em Campo
Maior O teu comentário está espetacular!
Madalena
Monteiro Zezinha
Balola gostei muito do seu comentário, porque muito vagamente me
vieram algumas lembranças desses tempos, é bom não esquecer-mos o quanto os
nossos antepassados viveram,mas apesar de tudo sempre com boa disposição
Luis
Pacheco Excelente descrição, Luisa Vaz Tavares. Também gostei do
comentário da Zezinha Balola, que fala da sua própria experiência relacionafa
com a vida num Monte Alentejano. Dou os meus parabéns também ao criador/res
desta página que permite a investigação e os relatos de vivências dos tempos
passados. É muito importante e formativo passar às novas gerações, todo este
legado do passado das nossas gentes. A vida mudou bastante, já não existe em
Alegrete uma vida agrícola que eu ainda presenciei um pouco. O meu avô materno
era olivicultor e eu, porque me levavam pelo menos ao olival mais próximo da
vila, assisti à colheita da azeitona. Do chão , ou subindo uma escada de
madeira, a azeitona era colhida e caia em fardos estendidos à volta da
oliveira. Vi também o fabrico do azeite no lagar por prensagem. Esse lagar era
do primo da minha mãe e por isso, in loco, deram _ me explicações sobre o
processo de fabrico e dos produtos extraídos _ o azeite e o bagaço ( resíduo
industrial ). Também recebi informação do grau de acidez do azeite e das
condições geográficas que permitiam o azeite de melhor qualidade. Soube que o
melhor olival, era o que tinha uma localização virada a sul. Claro que tinha
maior numero de horas de sol e a maturação da azeitona era tão boa que o azeite
saía com uma acidez abaixo de meio grau. Tudo isto me aflora à cabeça com tanta
clareza, que parece que estou a ver tudo novamente . Mas já chega por hoje.
Sempre que estiver dentro dos assuntos ou for uma experiência vivida,
participarei com prazer. Abraço, Rita Pacheco
Francisco
Pacheco Luis
Pacheco O que estamos a tentar fazer é uma patrimonialização
coletiva da memória. Por outro lado, fruto dessa mesma valorização da memória
coletiva, conseguimos reunir os dados que nos vão permitindo lançar iniciativas
fundadas nas ancestralidades trazidas à tona... Vai ser isso o que vai
acontecer do dia 12 de Julho na 1ª Tertúlia da Memória, sobre os tempos de ouro
de Alegrete nos anos 60 com o Padre Américo e a presença do GRAAL. Por outro
lado, o muito que se lhe vai seguir, resultado deste mesmo exercício de ativação
das memórias possibilitará deixar para o futuro as reais marcas da
personalidade de Alegrete. Paralelamente um grupo cada vez mais vasto de
historiadores e outros investigadores prepara um livro científico sobre
Alegrete. Penso estar a ser um processo bonito de viver.
Luis
Pacheco Francisco
Pacheco , obrigada pela informação. Fico feliz com o vosso
trabalho, do qual me irei actualizando através desta página. Gostaria de estar
presente, mas é muito difícil, pela distância e pela idade. Depois, com o apoio
à família, fiz centenas e centenas de vezes Porto / Portalegre. E ainda
bastante sem autoestrada e vias rápidas, o que foi saturante. Beijinho,
Francisco João. É mesmo meritório o que estão fazendo, parabéns. Rita Pacheco
Luisa
Vaz Tavares Luis
Pacheco , muito obrigada, os seus contributos são valiosos.
Continue a fazê-lo. Abraço!
Maria
Luís Correia Obrigada pela partilha
CRÓNICA "RUA DIREITA DA VILA" de MÁRIO CEIA, publicada a
05/06/2026
Zezinha
Balola Excelente!
Carmo
Serrote Muito bom
Céu
Ceia Brilhante esta Crónica!
Plinio
Neves Muito bem Mário.
Minda
Trindade Parabéns Sr. Mário, uma crónica linda. (A Caganita) Rua que
mais amo que nunca vou esquecer ,a menina feliz que eu fui
Adélia
Ferreira Será sempre a minha rua...
Cremilde
Maria Monteiro Gostei muito
Maria
Ana Bruno Parabéns Mário foi a tua onde nasci gostei muito desta
crônica
Luisa
Vaz Tavares Excelente crónica, Senhor Mario
Ceia. Parabéns!
Mario
Ceia Luisa
Vaz Tavares obrigado
Emilio
Félix Adélia sem dúvida será sempre a nossa rua eu felizmente ainda
todos os dias lá vou agora tu já não é assim mas será sempre a tua rua da mesma
maneira e tudo de bom para ti e tua família
Palmira
Parente Acabei de ler este lindo texto, sobre a Rua Direita da Vila,
rua esta que muito me diz, quando abri os olhos pela primeira vez, foi nesta
rua, que lá. me criei, lá foi a minha infância a minha, mocidade, e que ainda
hoje a frequento com muito gosto, felizmente tenho lá a casa dos meus pais e
então para mim será sempre a minha rua.
José
Rosalina Rodrigues Palmira
Parente também tem uma rua!!!! O prima...
Palmira
Parente José
Rosalina Rodrigues sim prima também tenho uma rua, e tu tens uma
ribeira...
Rogerio
Mourao Felix Foi a rua donde nasci e era mais bonita con a calzada
antigua e toda cheia de flores
Francisca
Gaio Excelente.
Maria
Martins Palavras pra quê está tudo dito e muito bem explicado parabéns
Sr. Mario
SENHORITA GUAPO CALDEIRA (criadora da dança das ciganas)
publicação de Luísa Vaz Tavares em 05/06/2026
Francisco
Pacheco Luisa
Vaz Tavares tudo a organizar-se para a sua reedição nas Festas de
Senhora da Alegria de 2026. Em breve teremos seguramente grandes notícias sobre
o assunto.
Luisa
Vaz Tavares Francisco
Pacheco que bom, este reconhecimento do que é genuinamente nosso.
Ester
Morgado Serra Minha bisavó paterna
Clotilde
Morgado Fonseca Ester
Morgado Serra sim Ester, foste a que herdaste o nome da Bisavó e
da avó Ester Senhorinha
Ester
Morgado Serra Clotilde
Morgado Fonseca é verdade ,fiquei com o nome da avó e da bisavó...
Francisco
Pacheco Vamos precisar desta foto com a melhor qualidade possível para
permitir a sua ampliação. Em breve compreenderão porquê
PUBLICAÇÃO COM A CAPA DO JORNAL "O CORETO" por Zezinha
Balola em 06/06/2026
Susete
Rodrigues Eu acho que ainda participei nesse jornal… que bom relembrar
estas coisas!
Francisca
Gaio Já não me lembrava do jornal penso que ainda foi do tempo dos meus
filhos. É bom relembrar o que na nossa vila já se viveu e os momentos que
marcaram nossa história .
Daniel
Fonseca Trindade O meu filho costuma ir para um ATL no verão com a
Fátima.
Luisa
Lobato de Faria E falando da Fátima e do Pedro Jardim, aqui vão uns
tesourinhos dum trabalho que a Telescola e a população fizeram em colaboração.
Saudades! (FOTOS 4 E 5)
MÚSICA DA SEMANA – GONÇALO PACHECO, publicada em
07/06/2026
Francisco
Pacheco Absolutamente fantástico!!! Hoje atrevo-me mesmo a desafiar
todo o nosso vasto "auditório" a não perder, "até ao fim",
este magistral marco da nossa portuguesa música.. Obrigado Gonçalo
Pacheco, pela educação musical em que estás a transformar esta nossa
página.
Céu
Ceia Uma escolha MAGNÍFICA! Carminho é Genial!uma consagrada cantora e
compositora c/ forte progeção internacional! Parabéns Gonçalo
Pacheco
Zezinha
Balola Excelente escolha, obrigada
Dulce
Carrapico Gosto muito dos comentários de Gonçalo Pacheco.
Luisa
Vaz Tavares Mais uma vez, uma escolha de excelência e com um
enquadramento perfeito. Obrigada por todas as semanas me permitir ficar um
pouco mais culta a nível musical!
Já Elvas se está queixando
Que não tem moças formosas
Bela vila de Alegrete
Que até as silvas dão rosas.
Publicado por Luísa Vaz Tavares e Clotilde Morgado Fonseca em 04/06/2026
