SÍNTESE DOS COMENTÁRIOS SEMANAIS NA PÁGINA

Síntese 4 (29 de maio a 8 de junho de 2026)

NOTÁVEL VILA DE ALEGRETE

(Síntese dos comentários publicados entre 29 de maio e 8 de junho de 2026)

A PROPÓSITO DE UMA FOTO DE ALEGRETE ANTIGAMENTE

Publicada em 29/06/2026 por Ana Cristina Serra

Francisco Pacheco Ana Cristina Serra Fotografia fantástica. Parabéns.

Francisco Pacheco Ana Cristina Serra Fotografia fantástica. Parabéns.

Cremilde Maria Monteiro Que alguém me ajude, a senhora que está á porta é a tia Bia . Cristina de souberes diz me obrigada

Ana Cristina Serra Cremilde Maria Monteiro Vou tentar saber D.Cremilde depois lhe digo se conseguir.Beijinho

Cremilde Maria Monteiro Ana Cristina Serra Agradeço beijo

A IMPORTÂNCIA DAS DATAS – artigo de António Pedro Manique publicado em 30/05/2026

Francisco Pacheco António Pedro Manique Muito obrigado pelo seu contributo e pela sua dedicação à nossa coletiva causa. Focar um historiador do seu gabarito, oriundo de Salvaterra de Magos, em Alegrete, é para mim uma grande honra, para mim e não só. Permite ao GRUPO DE INTERVENÇÃO PATRIMONIAL DE ALEGRETE cumprir a sua missão, devidamente ancorado, como o professor diz em documentos. Espero agora que as instituições, onde as datas se encontram erradas rapidamente as corrijam, de forma a não acontecer, como o professor relatou, no seu concelho. Grande e estimado abraço

António Pedro Manique Francisco Pacheco Não tem nada a agradecer Francisco, gosto do que faço e procuro repor a verdade histórica sempre que posso.

Luisa Vaz Tavares Muito obrigada, Professor António Pedro Manique, por nos ajudar a repor a verdade histórica, baseada em documentação fidedigna.

Zezinha Balola Muito obrigada Prof Antonio Pedro Manique.

José Lista É um erro de todo o tamanho essa placa

TEXTO DE RITA PACHECO SOBRE A OFICINA DE SAPATEIRO DE SEU PAI JOSÉ GRILO

Publicado em 30/05/2026

Emilia Costa Tanto que a minha mãe, moradora na Rua Direita, mencionava o vizinho Zé Grilo!

Luis Pacheco Emilia Costa , é tão bom falarem daquela pessoa que foi tanto para mim, o meu ídolo. Só tenho a gradecer do coração, o que me fizerem chegar sobre ele.Rita Pacheco

Emilia Costa Luis Pacheco a minha mãe, Maria Inês do Beja, referia-o como vizinho e amigo. Também falava na filha. Dizia o mestre Zé Grilo. Havia uma relação de vizinhança, proximidade e amizade na tão mencionada Rua Direita! Tem sido um constante relembrar de frases e pessoas que apenas conheci de nome!

Luis Pacheco Emilia Costa , a sua mãe era irmã do Isidoro, creio eu.

Emilia Costa Luis Pacheco era sim. O meu tio Isidoro, a minha tia Joaquina e a minha tia Jacinta que faleceu há um ano.

Luisa Vaz Tavares Obrigada pelo testemunho. Sempre ouvi dizer que este senhor tinha uma grande oficina de sapateiros.

Luis Pacheco Luisa Vaz Tavares, os funcionários não trabalhavam todos na oficina, alguns tinham que trabalhar nas suas casas, devido ao espaço. Obrigada pela intervenção. Rita Pacheco

Clotilde Morgado Fonseca Ɓeijinhos Bi- Rita, linda recordação , tambem eu tenho essas recordações bem bem presentes , e os nossos serões na rua Direita?eu morava na casa ao cimo da rua.

Luis Pacheco Clotilde Morgado Fonseca, respondi _ lhe pelas mensagens, porque na altura a página não tinha a opção " responder ". Lembro tão bem as brincadeiras na rua, depois do jantar ! Fico saudosa. Beijinhos, Tide. Rita Pacheco

Maria José Neves TUDO verdadeiro o que a Bi-Rita como nós lhe chamamos disse também o meu falecido marido trabalhou para o Zé Grilo como todos nós com respeito o chamávamos.

Luis Pacheco Maria José Neves , pois foi. O marido era o Augusto. Obrigada pela intervenção, são memórias que guardo com prazer. Beijinho, Rita Pacheco

Mercedes Arez (FOTO 1)

Luis Pacheco Mercedes Arez, estou a responder à menina que fez estágio pelo Graal e esteve em casa de meus pais ! Que alegria me proporcionou agora ! Éramos as duas meninas/ moças a desabrochar para a vida. Lembro _ me de tomarmos café juntas. Beijinhos, Rita Pacheco

Francisco Pacheco As artes e ofícios de Alegrete, aqui amplamente referidas ao longo da existência da página Notável Vila de Alegrete, merecem uma patrimonialização que as fixe na memória coletiva, e as transporte, como carácter de identidade para as gerações vindouras.

Francisco Pacheco Também os períodos inigualáveis a que Alegrete se encontra historicamente ligado, quase como se de um cordão umbilical se tratasse, merecem igual fixação para o futuro. Se no próximo dia 12 de Julho, através da 1ª TERTÚLIA DA MEMÓRIA", uma época de ouro de Alegrete vai ser justamente recordada e homenageada, temos consciência que não são atos efémeros que farão a ponte com o futuro. Outros caminhos vão ter que se encontrar! E essa é uma missão inquestionável que o GRUPO DE INTERVENÇÃO PATRIMONIAL DE ALEGRETE abraça de forma comprometida e consequente.

Mercedes Arez Uma imagem que recordo com muita ternura e amizade.

José Vieira Excelente texto aqui postado. Nem poderia ser doutra maneira. Era no Zé Grilo ( desculpa o tratamento sem cerimónia), que o meu pai se calçava, e eu idem. Penso até que os primeiros sapatos finos que calcei foram manufacturados pelo Sr. teu pai. Modelo escolhido no catálogo que a oficina tinha. Quero acrescentar que recordo com saudade esses tempos já um pouco longínquos em que a rua Direita tinha vida. Sapateiros, alfaiate, padaria, tabernas e mais comércio e tudo isso acabou. Até residentes fixos já são poucos. E da Vila Alegre vai um abraço com estima e amizade, enviado pelo Zé D'ôro.

Luis Pacheco José Vieira, obrigada pelo seu testemunho. Falar da oficina e do meu Pai, é para mim muito gratificante. Os desenhos dos sapatos,, sobretudo de senhora, eram da auroria da minha Mãe. Um abraço, Rita Pacheco

Maria DAlegria Carvalho Como eu me lembro deste senhor! E de sua filha, só tenho pena de poucas colegas de escola, hoje não conheço quase nenhuma. Mas recordo-as com saudade. A Bi-Rita é uma delas.

Luis Pacheco Maria DAlegria Carvalho, eu lembro _ me do seu nome. Penso que não vivia na vila, mas sim nos arredores. Também me lembro da Maria Gaio, que igualmente morava nos arredores.. Eu tenho fotografias dos quatro anos da escola primária. Vou tentar enviar a da primeira classe, em que estamos na fila da frente. Abraço, Rita Pacheco

Maria DAlegria Carvalho Sim, eu morava e nasci perto da bica de rei. Onde mora hoje a Celeste Calrão. Também me fala na Maria Gaio, pena ter partido tão cedo. Fazia-mos o caminho juntas, embora ela ainda mora-se mais distante. O tempo passa e ficam as saudades apesar de ter vindo daí muito nova mas a minha vila é onde andei á escola, me batizei, fiz a comunhão. tenho tudo isso bem guardado em mim. Obrigada. Abraço

Luis Pacheco Maria DAlegria Carvalho Foto de 5 de junho de 1957. Alunas da Escola primária de Alegrete. Sou a 5ª da primeira fila, a contar da esquerda. Pode aumentar a imagem se nela der um toque com o dedo. (FOTO2)

Maria DAlegria Carvalho Não consigo reconhecer-me! Mas creio que sou a que estou na terceira fila a contar da esquerda. Obrigada pela recordação.

Luis Pacheco Foto das alunas da Escola primária de Alegrete, 5 de Junho de 1957.

Manuel Felix Que a sua alma descanse em paz.

Luis Pacheco Manuel Felix , obrigada. Rita Pacheco

Filomena Magalhães Não sou de Alegrete e nem alentejana,mas o meu contributo a todos os sapateiros.meus ascendentes ,todos eram sapateiros.e ,vivi com meu avô ,mestre sapateiro...ainda me.lembro de tudo o que ele fazia.

Zila Macas Que Saudades desse tempo, do Primo Zé Grilo e da Prima Isilda. Era uma Família Muito Unida. Não esquecendo os nossos lanches a BI_ RITA e eu, nos nossos quintais. Recordações que jamais serão esquecidas.

Luis Pacheco Zila Macas : Eu também não esqueço os melhores momentos da minha infância e juventude. Lembro _ me bem de nós em cima da figueira a comer pão ainda quentinho com mel, que a prima Maria Clara, gentilmente nos oferecia. É só um exemplo de como o nosso crescimento se fez, com muita atenção da parte dos nossos pais. Eu costumo dizer que na nossa idade já avançada, se vive muito de recordações. E é inevitável não sentir saudades. Espero que esteja bem, Zilinha. Muitos beijinhos meus e do Luís. Rita Pacheco

ENCONTRO ENTRE JOAQUIM RAMOS PINTO (PRESIDENTE DA ASPEA) E FRANCISCO PACHECO EM ALEGRETE. Publicado em 31/05/2026)

Céu Ceia Um grande aplauso para este encontro! Francisco Pacheco

Carmo Serrote Alegrete merece esta atenção, esta divulgação e esta projeção como um grande centro histórico de interesse nacional. Vamos lá Francisco Pacheco

Dulce Carrapico Muitos parabéns! O Projecto cresce todos os dias. Abraço

Luisa Vaz Tavares Todos os dias um passo mais. Obrigada, Francisco Pacheco!

Francisco E Encarnação Velez Parabéns, é Alegrete marcando pontos. Um abraço

Fernanda Coutinho Parabéns. Muito sucesso .

Luís Ribeiro Espetáculo!! Para o infinito e mais além

Francisco Pacheco Luís Ribeiro Caro Luís, obrigado. E ainda temos que ver a articulação com a nossa associação (APEI - Associação de Profissionais de Educação de Infância) que tu diriges magistralmente. Acho que já chegámos a falar de que o edifício que aparece noutra publicação (antiga câmara de Alegrete) foi, atrevo-me a dizer, uma das primeiras instituições de pré-escolar em Portugal com verdadeira intencionalidade educativa. Imagina esta pequena vila com resposta educativa de jardim de infância nos anos 60 do século passado (provavelmente a partir de 1965). Tudo isso vamos recordar numa tertúlia de memória (12 de Julho 2026) que envolve o GRAAL, responsável por muito do que aqui se fez por esses anos. A Teresa Vasconcelos conhece bem a história. Por outro lado se te disser que nos anos 80 do século passado, antes ainda de nós tirarmos o curso e nos conhecermos, com a construção da então nova sede da Sociedade Recreativa Musical Alegretense (de que por aqui também há fotografias) esse mesmo jardim de infância terá sido dos primeiros a ter um piso inteiro desenhado e arquitetado especificamente para educação pré-escolar? Onde andava ainda o Plano de Expansão da Educação Pré-escolar, as Orientações curriculares, etc, etc... E garanto-te que isto não é bairrismo!

Luís Ribeiro Francisco Pacheco essa é uma história interessantíssima! Podes sempre contar com a APEI Quando quiseres conversamos Grande abraço

MÚSICA DA SEMANA – Rúbrica de GONÇALO PACHECO publicada em 31/05/2026

Francisco Pacheco Fantástico! Obrigado Gonçalo, mais uma vez uma escolha Notável.

Mercedes Arez Ao vivo só a ouvi uma vez! Uma voz maravilhosa!

Céu Ceia Brilhante escolha! Gonçalo Pacheco

Luisa Vaz Tavares Mais uma escolha de excelência! Voz maravilhosa. Parabéns pela fantástica seleção que nos tem trazido semana a semana!

PUBLICITAÇÃO À DANÇA DAS CIGANAS NA FESTA DA SENHORA DA ALEGRIA – publicado em 01/06/2026)

Lena Trindade A minha avó Jacinta cantava a musica da dança das ciganas tantas vezes em casa, até ensinou a dançar. Reviver e resgatar as nossas tradições é extraordinário

Francisco Pacheco Lena Trindade então venha connosco fazer isso

Lena Trindade A Zezinha Balola tb aprendeu a dançar com a mãe dela, a minha avó Jacinta. E se me me lembro ainda anda uma saia lá por casa.

Tânia Balola LenaTrindade belos tempos!

Lena Trindade Tânia Balola podes crer

Emilia Costa A minha mãe participou na dança e cantava. Aprendi pequenos excertos e brinquei muito com os brincos...

Luisa Frazao A Jacinta do Xana ensinou nos a dançar essa dança no tempo do grupo de jovens

Luisa Vaz Tavares Luisa Frazao Sim, na altura levou-se a dança das ciganas à Bélgica, no intercâmbio que fizemos.

Lena Feiteira Se os ensaios forem compatíveis com os meus horários eu quero participar.

Francisco Pacheco Lena Feiteira obrigado pela disponibilidade. Os horários serão marcados a contento de todos inclusive dos animadores. Em breve enviaremos mais informações

Susana Dinis Lena Feiteira Leninha, isto é a tua cara! Assim haja quem te acompanhe!

Ruy Ventura Há um excelente artigo publicado nos anos 80 sobre a "Dança das Ciganas", editado num número da revista "A Cidade".

À SAÍDA DA MISSA – Foto de Luísa Frazão publicada por Luísa Vaz Tavares em 02/06/2026

Germana Correia Recordar e viver beijo Luisa

Céu Ceia A foto é uma bonita " relíquia " Também reconheci a Sra D. Cremilde " professora " e a Sra D. Josefina. Penso , que estou certa! Ou não ?Clotilde Morgado Fonseca

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia sim Céu está certissima , no meu comentário faltou a D. Cremilde,mas vou lá por. Foi minha professora da 1 a 4 classe e as outras senhoras eram catequistas na altura.

Céu Ceia Clotilde Morgado Fonseca A SRA D. Cremilde Garção também foi, a minha professora do ensino primário. Da primeira à quarta classe. Nesse tempo, não havia catequistas. Era a professora , que nos ensinava as orações. E preparava as meninas, para a primeira comunhão. Eu nunca a fiz ...Não era bactizada.Também nunca, fui marginalizada por essse motivo! Pois a professora dedicava as tardes , de quarta- feira a actividades religiosas! Era BONITO ! Também termos, formação religiosa na escola! Nesse tempo era diferente Tide

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia verdade, nós já tivemos catequistas

Clotilde Morgado Fonseca Céu Ceia nos sábados era o dia da Mocidade portuguesa com rodas e cantigas

Céu Ceia Clotilde Morgado Fonseca Não tenho memórias dessas actividades!...Na minha geração não existiam ...As rodas e as cantigas faziamo las , no recreio das aulas.

Luisa Vaz Tavares Céu Ceia , Clotilde Morgado Fonsecaa Dona Cremilde foi professora de muitas gerações de alegretenses. Por acaso não foi minha, mas via-a todos os dias na escola.

Céu Ceia Exatamente! A Sra D. Cremilde fazia parte do património cultural " didáctico " de várias gerações de Alegretenses Fez lá toda, a sua carreira profissional como professora! Ensinou muita gente a ler... Isso é cultura! Senhora muito respeitada em Alegrete.

Céu Ceia Luisa Vaz Tavares A missa nos anos 60 era considerado um Acto Social, de grande VALOR!... Em Alegrete era assim...

Luisa Vaz Tavares Céu Ceia Sim, por isso o simbolismo da foto. E também todo o cenário envolvente.

Mercedes Arez Eu reconheço a Teresinha do Graal e a D.Cremilde. Não tenho certezas relativamente a mais ninguém.

Helena Castanho Está ai com olhos de marram morta .....claro está com olhos tristes.... Um senhor estava á beira da morte .mas não acabava de morrer ...um dos filhos mais pequenos estava cheio de fome pois era perto da hora do almoço e então dizia .....nem o pai morre nem a gente almoça

Luisa Frazao Não é a Dona Cremilde

Clotilde Morgado Fonseca Luisa Frazao ok

Luisa Frazao A senhora que lhe chamem a dona Cremilde é a mãe do Manuel do Toninho a costureira. Tide não é como você disse.

Clotilde Morgado Fonseca Luisa Frazao o que estas a dizer ?

Luisa Frazao Clotilde Morgado Fonseca da fotografia que eu lhe dei á saída da missa no largo da praça

Céu Ceia Mercedes Arez Também acho, que a Senhora, que está ao lado direito da D Cremilde é a D. Teresinha do Graal " sem certezas"

Mercedes Arez Céu Ceia Ser a D.Cremilde não tenho tanta certeza . Vão lá muitos anos,apesar de continuar a encontrá-la por Portalegre durante algum tempo.

Céu Ceia Mercedes Arez Pois eu acho, que não está errada! É a D. Cremilde! Mas tem razão!Já passaram tantos anos ...Também eu a encontrava , em Portalegre e estava diferente! Os anos vão modificando as pessoas.

Luisa Frazao Tide não digo o contrário quem me disse foi minha mãe eu conheço duas ou três não conheço mais mas a minha mãe disse o nome de todos até das miúdas. Eu não posso discutir isso não é do meu tempo algumas.

Clotilde Morgado Fonseca Luisa Frazao a mãe chamava- se Maria do Tonhinho e nao está na foto.esqueceste o que a tua mãe te disse.

Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Obrigada pela publicação desta foto! Beijinho Luisinha

Isaura Feiteira Mercedes Arez , não me parece a Teresinha!...

Maria Ana Bruno É uma recordação linda só conheço a menina Josefina beijinhos

Maria Ana Bruno As árvores lindas que agora está a Praça nua

Maria Inês Paulino Maria Ana Bruno é verdade a nossa praça está muito vazia

Clotilde Morgado Fonseca Quanto a mim o valor desta foto está no que ela representa e não na identificação de quem lá está

Céu Ceia Clotilde Morgado Fonseca É a sua opinião e respeito! Mas eu gostei muito, de ver as pessoas, que estão na foto! Porque eu vivi " estórias" bonitas com a Sra D. Cremilde e a Sra D. Josefina

Zezinha Balola Como não conheço as pessoas não posso opinar,gosto do que a praça mostra ,um grande contraste em relação aos dias de hoje!

Céu Ceia Zezinha Balola Óbviamente, que representa o contraste , entre o passado e o presente! Como vivemos em democracia, podemos opinar sobre o que vemos!... Também respeitar, todos os comentários! E viva a LIBERDADE!

Luisa Vaz Tavares Lá está o Largo da Praça térreo, a calçada a começar mais ou menos junto ao edifício da antiga câmara, o coreto sem cúpula e como era domingo, carroças e carros de parelha parados.

Luisa Frazao Mas por acaso que tinha a foto era eu e o agradecimento é esse.Ok

Luisa Vaz Tavares Mercedes Arez, Céu Ceia, Clotilde Morgado Fonseca, aqui está a Dona Cremilde já nos anos 70... (FOTO 3)

Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Gostei! Obrigada!

Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Turma mista.Na minha geração , isso não existia, com a D. Cremilde. Eram só meninas.

Minda Trindade Ainda me lembro da praça do coreto tal qual está na foto, lindas recordações

Clotilde Pacheco Também interessa quem lá está e nós reconhecemos. Matamos saudades e isso sabe muito bem.

Clotilde Morgado Fonseca Clotilde Pacheco prima Bia de inicio disse o nome de todas as presentes incluindo eu que estou de mão dada com a prima Beatriz ,mas arranjanjou- se uma confusão e tive que apagar.agradeço e enviu um beiji ho para as duas.

Carmo Serrote Muito interessante E a Sra com o seu missal

CONVERSAS AO SERÃO – CANTOS/CANTES DO TRABALHO – Publicado por Luísa Vaz Tavares em 03/06/2026)

Helena Castanho Aqui estou eu tambem e tambem tenho essa foto

Luis Pacheco Cara Luísa: Em Alegrete, as pessoas gostavam de cantar a começar por mim, que toda a viida cantei em coros ( e até de ópera, no Coliseu do Porto, onde resido ). Mas também de música tradicional, eu gosto muito e cantei uns anos no Grupo Etnográfico e Folclórico da Universidade do Porto, nomeadamente as saias e música tradicional de todo o país. Os alentejanos, e consequentemente os alegretenses, sempre gostaram de versejar. No meu tempo de criança e adolescente, sempre se cantaram " AS SAIAS " __ quadras cantadas com música alegre e mexida. Cantadas a uma só voz, por uma pessoa ou várias, e podiam ser acompanhadas por instrumentos, vulgarmente o acordeão. Aí, no Alto Alentejo elas éram típicas e cantavam _ se nas fainas agrícolas e onde se juntava a mocidade, sobretudo rapazes pois os grupos mistos eram mais difíceis. No tempo da minha mãe era assim, as raparigas ainda tinham um certo recato. O canto alentejano, recentemente chamado " CANTE __ CAN + TE , CAN primeira sílaba de canto e TE ,segunda sílaba de terra CANTE resulta de Canto da Terra, terra que eles trabalhavam. É mais no Baixo Alentejo, onde se originou. É um canto tradicional cantado por grupos corais em regime de polifonia e a duas vozes. Primeiro entra a voz grave que dá a melodia, depois a voz mais aguda que harmoniza , e por último os restantes elementos . É cantado à capela, ou seja, sem instrumentos. É verdade que, devido à sua projecção nacional e internacional ( classificado já como Património Imaterial da Humanidade, em 2014), fez com que recentemente, alguns mas poucos lugares do Alto Alentejo, nomeadamente Portalegre ( OS LAGOIAS ) tivessem criado grupos corais com CANTE. No meu tempo, como música popular e tradicional, eram as SAIAS. Portanto, não havia a formação de grupos corais, como no Baixo Alentejo. Espero ter dado uma contribuição esclarecedora sobre esta matéria. Abraço, Rita Pacheco

Luisa Vaz Tavares Luis Pacheco Muito obrigada. Excelente explicação.

Mercedes Arez Que belo texto Rita! Fala do teu percurso que gostei de conhecer e do verdadeiro CANTE que conheci no Baixo Alentejo onde estive a trabalhar num Projecto Comunitário, no ano a seguir à minha passagem por Alegrete.

Clotilde Morgado Fonseca Luisinha, sempre a relembrar os costumes das nossas gentes, que bom que é termos quem não esqueça que foram eles, os trabalhadores, que apesar das poucas condições, ainda tinham ânimo e alegria para cantarolar e dançar. Parabéns amiga gostei, e para te lembrar aqui vai uma quadra que ouvi cantar a uma amiga.
Já Elvas se está queixando
Que não tem moças formosas
Bela vila de Alegrete
Que até as silvas dão rosas.

Luisa Vaz Tavares Clotilde Morgado Fonseca Obrigada, Tide! São as nossas raízes, a nossa essência, aquilo que nos faz ser quem somos.

Clotilde Morgado Fonseca Luisa Vaz Tavares sim , é tao bom sabermos quem somos e de onde viemos

Luisa Vaz Tavares Uma das modas mais conhecidas... Campo Maior é uma vila/Portalegre uma cidade/Alegrete um jardim/Onde brilha a mocidade

Maria José Neves Aqui vai outra Campo Maior é sol posto Barcelona meia tarde Bela Vila deAlegrete onde canta a Moçidade

Luisa Vaz Tavares Carmo Serrote Muito obrigada! É isso mesmo, foi escrito com o coração de quem sente as suas gentes.

Francisca Gaio Ainda hoje se conversarmos com pessoas que tem mais idade elas têm o hábito de fazer rimas como se dizia. O meu pai na colheita da azeitona no alto das oliveiras tinha essa alegria e o tempo passava mais depressa com as suas lindas cantorias.

Luisa Vaz Tavares Francisca Gaio É verdade, é um costume que nós mais novos perdemos, mas era bonito.

Céu Ceia Parabéns pelo texto! Ele consegue captar a verdadeira essência da identidade local. A forma como descreve os nossos, costumes regionais transporta para o leitor as nossas tradições! Celebrando a autêncidade e o património cultural da nossa gente! Parabéns Luisa Vaz Tavares

Luisa Vaz Tavares Céu Ceia Muito obrigada! São elas, as nossas gentes, que ao longo dos tempos, foram criando a nossa grande riqueza cultural.

Luis Pacheco

Sei que se faziam VERSOS e CANTIGAS, de improviso.

Mas vão estas que creio, serem feitas com devoção:

As muralhas de Alegrete

Não são prata nem marfim

São feitas de pedra dura

Para muitos séculos sem fim

Alegrete amuralhado

Não é vila nem cidade

Tem uma igreja doirada

Onde brilha a mocidade

Onde brilha a mocidade

Brilha toda a freguesia

No dia da linda festa

De Nossa Senhora d ' Alegria

Estas são algumas das quadras feitas no leito do hospital, onde convalescia de uma perna partida, a D. Joaquina Rosa Mourato.

A seguinte quadra, sei de pequenina, mas esqueci o autor :

Alegrete ramalhete,

Já meu peito foi teu vaso.

Já lá tens novos amores

Já de mim não fazes caso.

Rita Pacheco

Luisa Vaz Tavares Luis Pacheco Muito obrigada pela contribuição. De facto, esta última ainda se ouve muito por aqui, mas já lhe deve ter esquecido o autor.

Luisa Frazao E os teus olhos lindos olhos E os teus olhos lindos são E os teus olhos meu amor Cativam o meu coração

Maria Martins Acho que também faço parte da roda mas não me reconheço.

A PANELA AO LUME: A COMIDA DOS GANHÕES
Publicado por Luísa Vaz Tavares e Clotilde Morgado Fonseca em 04/06/2026

Zezinha Balola A comida dos ganhoes tem varias vertentes dependendo do local. Vivi num monte em Campo Maior,onde os meus pais eram os caseiros. A minha mãe fazia o almoço para os ganhoes Era uma enorme panela de ferro que também tinha um lume forte dado o tamanho desta. A sopa ,normalmente sempre de grão,com algumas verduras da horta que o meu pai cultivava .Azeite? Bem,esse ficava para a açorda ou gaspacho dependendo da altura do ano.A gordura na sopa era a " boia " toucinho que depois acompanhavam com o pão. " marocate " e as azeitonas ! Estes eram os ganhoes vindos da zona de Alegrete e também das beiras, os que iam lavrar as terras para as sementeiras. Tempos difíceis !.....

Clotilde Morgado Fonseca Zezinha Balola boa descrição Zé e é como dizes em cada região comia- se o que terra dava.

Céu Ceia Zezinha Balola Tal e qual!.. Subscrevo o teu comentário! Guardo essas memórias, de quando visitava os tios " teus pais"! No Monte em Campo Maior O teu comentário está espetacular!

Madalena Monteiro Zezinha Balola gostei muito do seu comentário, porque muito vagamente me vieram algumas lembranças desses tempos, é bom não esquecer-mos o quanto os nossos antepassados viveram,mas apesar de tudo sempre com boa disposição

Luis Pacheco Excelente descrição, Luisa Vaz Tavares. Também gostei do comentário da Zezinha Balola, que fala da sua própria experiência relacionafa com a vida num Monte Alentejano. Dou os meus parabéns também ao criador/res desta página que permite a investigação e os relatos de vivências dos tempos passados. É muito importante e formativo passar às novas gerações, todo este legado do passado das nossas gentes. A vida mudou bastante, já não existe em Alegrete uma vida agrícola que eu ainda presenciei um pouco. O meu avô materno era olivicultor e eu, porque me levavam pelo menos ao olival mais próximo da vila, assisti à colheita da azeitona. Do chão , ou subindo uma escada de madeira, a azeitona era colhida e caia em fardos estendidos à volta da oliveira. Vi também o fabrico do azeite no lagar por prensagem. Esse lagar era do primo da minha mãe e por isso, in loco, deram _ me explicações sobre o processo de fabrico e dos produtos extraídos _ o azeite e o bagaço ( resíduo industrial ). Também recebi informação do grau de acidez do azeite e das condições geográficas que permitiam o azeite de melhor qualidade. Soube que o melhor olival, era o que tinha uma localização virada a sul. Claro que tinha maior numero de horas de sol e a maturação da azeitona era tão boa que o azeite saía com uma acidez abaixo de meio grau. Tudo isto me aflora à cabeça com tanta clareza, que parece que estou a ver tudo novamente . Mas já chega por hoje. Sempre que estiver dentro dos assuntos ou for uma experiência vivida, participarei com prazer. Abraço, Rita Pacheco

Francisco Pacheco Luis Pacheco O que estamos a tentar fazer é uma patrimonialização coletiva da memória. Por outro lado, fruto dessa mesma valorização da memória coletiva, conseguimos reunir os dados que nos vão permitindo lançar iniciativas fundadas nas ancestralidades trazidas à tona... Vai ser isso o que vai acontecer do dia 12 de Julho na 1ª Tertúlia da Memória, sobre os tempos de ouro de Alegrete nos anos 60 com o Padre Américo e a presença do GRAAL. Por outro lado, o muito que se lhe vai seguir, resultado deste mesmo exercício de ativação das memórias possibilitará deixar para o futuro as reais marcas da personalidade de Alegrete. Paralelamente um grupo cada vez mais vasto de historiadores e outros investigadores prepara um livro científico sobre Alegrete. Penso estar a ser um processo bonito de viver.

Luis Pacheco Francisco Pacheco , obrigada pela informação. Fico feliz com o vosso trabalho, do qual me irei actualizando através desta página. Gostaria de estar presente, mas é muito difícil, pela distância e pela idade. Depois, com o apoio à família, fiz centenas e centenas de vezes Porto / Portalegre. E ainda bastante sem autoestrada e vias rápidas, o que foi saturante. Beijinho, Francisco João. É mesmo meritório o que estão fazendo, parabéns. Rita Pacheco

Luisa Vaz Tavares Luis Pacheco , muito obrigada, os seus contributos são valiosos. Continue a fazê-lo. Abraço!

Maria Luís Correia Obrigada pela partilha

CRÓNICA "RUA DIREITA DA VILA" de MÁRIO CEIA, publicada a 05/06/2026

Zezinha Balola Excelente!

Carmo Serrote Muito bom

Céu Ceia Brilhante esta Crónica!

Plinio Neves Muito bem Mário.

Minda Trindade Parabéns Sr. Mário, uma crónica linda. (A Caganita) Rua que mais amo que nunca vou esquecer ,a menina feliz que eu fui

Adélia Ferreira Será sempre a minha rua...

Cremilde Maria Monteiro Gostei muito

Maria Ana Bruno Parabéns Mário foi a tua onde nasci gostei muito desta crônica

Luisa Vaz Tavares Excelente crónica, Senhor Mario Ceia. Parabéns!

Mario Ceia Luisa Vaz Tavares obrigado

Emilio Félix Adélia sem dúvida será sempre a nossa rua eu felizmente ainda todos os dias lá vou agora tu já não é assim mas será sempre a tua rua da mesma maneira e tudo de bom para ti e tua família

Palmira Parente Acabei de ler este lindo texto, sobre a Rua Direita da Vila, rua esta que muito me diz, quando abri os olhos pela primeira vez, foi nesta rua, que lá. me criei, lá foi a minha infância a minha, mocidade, e que ainda hoje a frequento com muito gosto, felizmente tenho lá a casa dos meus pais e então para mim será sempre a minha rua.

José Rosalina Rodrigues Palmira Parente também tem uma rua!!!! O prima...

Palmira Parente José Rosalina Rodrigues sim prima também tenho uma rua, e tu tens uma ribeira...

Rogerio Mourao Felix Foi a rua donde nasci e era mais bonita con a calzada antigua e toda cheia de flores

Francisca Gaio Excelente.

Maria Martins Palavras pra quê está tudo dito e muito bem explicado parabéns Sr. Mario

SENHORITA GUAPO CALDEIRA (criadora da dança das ciganas) publicação de Luísa Vaz Tavares em 05/06/2026

Francisco Pacheco Luisa Vaz Tavares tudo a organizar-se para a sua reedição nas Festas de Senhora da Alegria de 2026. Em breve teremos seguramente grandes notícias sobre o assunto.

Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco que bom, este reconhecimento do que é genuinamente nosso.

Ester Morgado Serra Minha bisavó paterna

Clotilde Morgado Fonseca Ester Morgado Serra sim Ester, foste a que herdaste o nome da Bisavó e da avó Ester Senhorinha

Ester Morgado Serra Clotilde Morgado Fonseca é verdade ,fiquei com o nome da avó e da bisavó...

Francisco Pacheco Vamos precisar desta foto com a melhor qualidade possível para permitir a sua ampliação. Em breve compreenderão porquê

PUBLICAÇÃO COM A CAPA DO JORNAL "O CORETO" por Zezinha Balola em 06/06/2026

Susete Rodrigues Eu acho que ainda participei nesse jornal… que bom relembrar estas coisas!

Francisca Gaio Já não me lembrava do jornal penso que ainda foi do tempo dos meus filhos. É bom relembrar o que na nossa vila já se viveu e os momentos que marcaram nossa história .

Daniel Fonseca Trindade O meu filho costuma ir para um ATL no verão com a Fátima.

Luisa Lobato de Faria E falando da Fátima e do Pedro Jardim, aqui vão uns tesourinhos dum trabalho que a Telescola e a população fizeram em colaboração. Saudades! (FOTOS 4 E 5)

MÚSICA DA SEMANA – GONÇALO PACHECO, publicada em 07/06/2026

Francisco Pacheco Absolutamente fantástico!!! Hoje atrevo-me mesmo a desafiar todo o nosso vasto "auditório" a não perder, "até ao fim", este magistral marco da nossa portuguesa música.. Obrigado Gonçalo Pacheco, pela educação musical em que estás a transformar esta nossa página.

Céu Ceia Uma escolha MAGNÍFICA! Carminho é Genial!uma consagrada cantora e compositora c/ forte progeção internacional! Parabéns Gonçalo Pacheco

Zezinha Balola Excelente escolha, obrigada

Dulce Carrapico Gosto muito dos comentários de Gonçalo Pacheco.

Luisa Vaz Tavares Mais uma vez, uma escolha de excelência e com um enquadramento perfeito. Obrigada por todas as semanas me permitir ficar um pouco mais culta a nível musical!