SÍNTESE DOS COMENTÁRIOS SEMANAIS NA PÁGINA
Síntese 5 (9 a 15 de junho de 2026)
NOTÁVEL VILA DE ALEGRETE
(Síntese dos comentários publicados entre 9 e 15 de junho de 2026)
Conversas Ao Serão - Livro de Fiados - Quantas mercearias teve Alegrete?
Publicado e dinamizado por Luísa Vaz Tavares em 10/06/2026
Francisco Pacheco Livro de fiados lembro-me bem na farmácia da minha avó, posteriormente da minha mãe. A forma de muitos conseguirem aviar as receitas que precisavam
Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco também tenho essa ideia de alguns merceeiros terem o livro de fiados, mas sobretudo do que me lembro é do cheiro caraterístico das mercearias.
Francisco Pacheco Em Alegrete a mercearia/charcutaria de que me lembro melhor era a da minha tia Idalina, na rua da trincheira.
Antonio O Henrique Francisco Pacheco lembrome bem nos besteiros a ti palmira era apontar e no fim de semana pagavasse nao se rclamava sempre batia certo hoje minha nossa mas ainda a pessoas boas
Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco a Menina Idalina, como nós lhe chamávamos tinha um cão que estava sempre a dormir dentro da cabine telefónica.
António Parente Luisa Vaz Tavares, não podia ser de outra maneira, a loja da minha Avó Rosa
Luisa Vaz Tavares António Parente adorava ir à mercearia da tua avó Rosa, tinha sempre o que eu queria.
António Parente Luisa Vaz Tavares, o primeiro supermercado de Alegrete, tinha de tudo um pouco, claro que livro de fiados também. Recordo- me que nos dias de Festa, principalmente da Senhora de Alegria, servia também de estalagem, onde as gentes da parte mais norte da freguesia, mudavam de roupa e deixavam a farnel para o jantar, que depois comiam sobretudo na zona da Fonte Nova no período entre a procissão e o Arraial.
Luisa Vaz Tavares António Parente exatamente. Também quando as pessoas vinham às missas, trocavam ali de sapatos.
Isabel Vieira Aqui só para nós e se os livros de fiado falassem.
Luisa Vaz Tavares Isabel Vieira no entanto, continuava-se a fiar.
Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Tal e qual!
Céu Ceia Isabel Vieira Concordo! Se o livro dos fiados falasse... " havia confusão "
João Ribeiro Isabel Vieira concordo plenamente os meus pais sofreram na pele!!mas!!!!!! !! !!!!
Francisco Pacheco Depois, em muitos sítios, vimos associado o Zé Povinho, na posição em que a genialidade de Rafael Bordalo Pinheiro o deixou, à frase QUERES FIADO TOMA! (FOTO 1)
Jorge Rosa Ainda hoje assim é nas aldeias e vilas que mantêm mercearias. Infelizmente com tendência para desaparecem, as mercearias, e para aumentarem, os registos nos livros.
Céu Ceia Havia muitas mercearias em Alegrete: o Jóia " no Outeiro, a Menina Alzira " Rua Direita " D. Rita Trindade " na Praça ", Prima Idalina " na Trincheira " , o Sr Júlio e o Sr Açorda " no Beco" , A Menina Adelaide Manteigas, O sr Casanova e o Senhor Vieira "na Carreira". Mais tarde, a do Casanova, passou para , a D. Rosa. Todas tinham, o livro dos fiados !... Muitos Alegretenses, devem ter estas memórias!...
Luis Pacheco Fui algumas vezes à loja da prima Idalina, não para comprar, mas para a visitar e conversar com ela.. E o meu pai então, ia frequentes vezes, por serem muito amigos / primos, e também para conversar com ela. E já que lá estava, acabava muitas vezes por comprar qualquer coisa que lhe surgia na cabeça.. Eram visitas que se faziam por grande amizade, às pessoas por quem tínhamos muita estimação. Aproveito a minha interferência, para recordar a mercearia da Menina Alzira, assim era chamada. Uma mercearia e nao só, pois vendia tecidos e era também retrosaria. Esta senhora era casada com o senhor Silvestre, que na mesma rua, tinha uma taberna. Estou a falar da minha rua, ou seja, Rua Direita, hoje a Rua Dr.Manuel Fratel. Já agora, o Sr. Silvestre, era filho do Sr. Joaquim Parente Pacheco, avô paterno do meu marido, Luís Paceco. O Tio Silvestre explorava a taberna, local onde os homens que vinham do trabalho do campo, e não só, iam beber o seu copito antes do jantar. Aí se refrescavam do calor do Verão, mas também encontravam amigos e vizinhos para pegar uma boa conversa. Alguns até de lá saíam muito "bem dispostos", se me faço entender ! Um esclarecimento, nesta pequena crónica : Eu sou Pacheco pelo meu marido, mas a minha própria familia materna é Pacheco, pois sou neta de Rita Mouzinho Pacheco. Continuando com a planta funcional da " famosa " rua Direita ", lembro _ me ainda que ao cimo da rua, à esquerda de quem sobe, tinha o Sr. António Velez, uma carpintaria. Em frente, tinha o Sr. Henrique a loja do gado de trabalho, e mais tarde, o seu filho Manuel, criando vacas, vendia leite para a vizinhança. Um seu outro filho João do Henrique, teve uma pequena oficina de sapateiro, na segunda casa depois da oficina do meu pai. Este Sr. mudou posteriormente de casa e de ofício _ já na parte da rua depois esquina, teve uma loja de electrodomésticos Ao lado, a sua esposa D. Rosa, tinha também uma mercearia, mas numa época já recente. Na loja ocupada pela D. Rosa, houve anteriormente uma alfaiataria. Mais abaixo, do mesmo lado, havia uma costureira, a Senhora Jacinta. Numa época posterior, houve uma outra costureira, filha do Sr. Marvanejo, que regressou para Alegrete depois de aposentado ( viveu vários anos em Lisboa), a Menina Helena, que era muito modernista nos cortes, pois tinha trabalhado na Loja das Meias em Lisboa. A seguir à primeira costureira de que falei, havia o estábulo do Sr. Mouzinho que incluía uma garbosa égua. Faltando pouco para o fim da rua, e na minha época, não me lembro de haver mais lojas. Se tivesse uma planta, enviaria a planta funcional da minha rua com tudo assinalado. Não sei se a Câmara tem, mas de terras pequenas em extensão, creio não haver. Em Lisboa, fui na rua da Escola Politécnica, aos Serviços Cartográficos do Exército, comprar a Carta Topográfica de Alegrete. Tive facilidade por o meu tio ser Major do exército. Conclui _ se assim, que antiga Rua Direita, tinha muitos serviços. Espero ter dado uma pequeníssima contribuição, para o levantamento da funcionalidade da rua onde nasci. Já na Praça, localizava _ se a Escola Primária , a minha escola primária . Na Praça, também havia a loja da Senhora Rita, uma mercearia, mas sendo eu pequenina, pouco lá entrei. Tenho a vaga ideia de um dia ter ido comprar rebuçados. Abraço, Rita Pacheco
Maria Manuel Parente Havia também a mercearia da minha prima Zezinha irmã da sra Maria Rosa e do sr João do Henrique a da menina Gisela entre outras que já foram mencionadas
Maria Manuel Parente Havia também a mercearia da minha prima Zezinha irmã da sra Maria Rosa e do sr João do Henrique a da menina Gisela entre outras que já foram mencionadas
Céu Ceia Francisco E Encarnação Velez Exactamente!
Nazaré Caldeira Feito há um ano, creio que se engloba no tema (FOTO2)
Luisa Vaz Tavares Nazaré Caldeira excelente. Parabéns!
Minda Trindade Nazaré Caldeira que lindos !!! Falas mais ou menos de tudo que nós conhecemos em Alegrete
José Rosalina Rodrigues Minda Trindade Se essas pessoas das lojas mostrassem os livros de quem ficou a dever !! Ficava muita gente de boca aberta . Outros tempos.
Francisco Pacheco Nazaré Caldeira Se calhar sem querer acabou por criar um roteiro para uma possível patrimonialização das lojas de Alegrete, algo que já se tinha começado a fazer no que diz respeito a profissões.
Luisa Vaz Tavares A última mercearia de Alegrete acho que foi a da Olívia Monteiro.
Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Isso não sabia! Parabéns pelo TEMA, que escolheu! " Livro de Fiados " "Mercearias de Alegrete " A foto, que escolheu está fantástica! Bem inserida no contexto!... Por momentos, senti que estava dentro duma mercearia em Alegrete! As memórias estiveram, em evidência! Recordei também, o cheiro tão característico das mesmas !..
Luisa Vaz Tavares Céu Ceia a foto é apenas ilustrativa, mas como não tinha nenhuma das mercearias de Alegrete...
Céu Ceia Luisa Vaz Tavares Sim!.. Entendi, que é uma foto ilustrativa! É uma ilustração PERFEITA!
Angelina Andrade Que falta fazem Luisinha. O meu ultimo livro também falava e descrevia a "Mercearia da Ti Laidinha" minha tia mesmo. Era um lugar de convívio e de proximidade. Agora com a Inteligência artificial em força nem as empregadas dos supermercados se safam. Por aqui apenas resta uma por loja. De resto, somos nós que temos que fazer o serviço. Fazem falta as lojas de proximidade. Por acaso abriu agora uma mercearia, onde o ex presidente Marcelo R de Sousa gostava de ir. E sei que foi novamente. Espero que mais empresários sigam essa ideia, antes que a IA nos domine...
Zezinha Balola Estas mercearias ,para além de cada um fazer as suas compras serviam também para socializar. Lembro a mercearia dos avós do Parente, da D Idalina e por fim do sr Júlio.
Luisa Vaz Tavares Zezinha Balola a mercearia dos avós do Parente até tinha um banco para as pessoas se sentarem.
José Rosalina Rodrigues Zezinha Balola agora á mais tempo pra socializar prima!!! Antigamente trabalhavam até anoitecer, não tinham tempo para fazer sala,. como alguém dizia. Tudo vai mudando.
Francisca Gaio Estas mercearias eram o ponto de encontro das senhoras, pois nesse tempo os homens , não iam às compras ,nem as mulheres às tabernas. Eram outros tempos ,sem dúvida.
António Lourenço Na verdade o tempo passa, mas as recordações ficam para sempre
Dulce Carrapico Que linda!
A PROPÓSITO DE UMA PUBLICAÇÂO COM A ATIVIDADE RECENTE DA SOCIEDADE RECREATIVA MUSICAL ALEGRETENSE – publicada por Francisco Pacheco em 12/06/2026
Mário Monteiro Muito bem, dinâmica que se vê no trabalho que estão a desenvolver, imunes a quem sempre tem uma crítica a apresentar!
Lena Trindade Mário Monteiro para criticar toda a gente aparece. É ve-los sair da toca.
Céu Ceia Lena Trindade Também já me apercebi disso ! É uma tristeza Leninha
Francisco Pacheco Mário Monteiro O que interessa é definir o rumo e saber-se que se percorre o caminho certo. O resto como diz o nosso povo "os cães ladram mas a caravana passa". Eu se ligasse a essas coisas há muito tempo que estaria fechado em casa. O meu saudoso e querido amigo António Torrado dizia sempre: os pontapés devem servir exatamente para isso, para nos empurrar para a frente.
Joao Veiga Muito bem dito Mário
Crónica de Vítor Trindade - Poesia Na Primeira Pessoa – publicada em 12-06-2026
Céu Ceia Lindo! Parabéns Vítor Trindade
Emilia Costa Que maravilha! Parabéns amigo e primo Vítor Trindade.
José Rosalina Rodrigues Parabéns ao Vítor trindade
Etelvina Mauricio Que linda poesia, parabéns Vítor
Constança Delicado Fantástico parabéns Sr. Vítor
Cremilde Maria Monteiro Parabéns meu amigo e colega de escola , quantos mais anos passam mais bonitos São os teus poemas . Hoje sinceramente fiquei comovida um grande abraço com votos que continues a fazer os teus poemas por muitos anos
Clotilde Curião Parabéns Vítor, tenho muito orgulho em pertencer ao teu núcleo de amigos, continua com os teus lindos poemas. Um abraço!!
Emilia Alcântara Parabéns ao autor
Maria Caldeira Parabéns Muito bonito
Adélia Ferreira Muito bonito os poemas do meu primo Vítor...
Zezinha Balola Parabéns Vitor ,muito bom!
Luísa Rodrigues Parabéns cunhada Vitor.
Rita Parente Parabéns Vítor , lindo como sempre
Olinda Solano Muito bem Vítor Trindade
Maria Ana Bruno Um poema muito lindo parabéns meu Alentejano
Benedita Dinis Muitos parabéns Vítor Lindos poemas continua
Olívia Monteiro Lindos verços um beijinho
Santo António em Alegrete . publicação de Luísa Vaz Távares em 12-6-2026
Francisco Pacheco
Santo António na igreja
Por estes dias és adorado
Que o senhor te proteja
De seres pintalgado
Isaura Feiteira De seres pintalgado / nesta bonita imagem / Santo António de Alegrete / desde que data é a tua "viagem"?
Luisa Vaz Tavares Isaura Feiteira
Será com certeza
Data de suma importância
Que alguém descobrirá um dia
Dada a sua relevância
Luis Pacheco Luisa Vaz Tavares , essa imagem é do século dezasseis.
Santo António, nasceu em 1195.
Luisa Vaz Tavares Luis Pacheco , segundo julgo saber a igreja também é do século dezasseis, logo vem desde a construção da igreja.
Luisa Vaz Tavares
Santo António, meu santo Antoninho
Onde deixaste tu o menino?
Luis Pacheco
Santo António de Alegrete
De livro aberto na mão
Tua imagem transpira história
És símbolo de erudição
Santo António de Alegrete
De túnica desbotada
Pede lá um tostãozinho
Para ela ser restaurada
Santo António de Alegrete
Não perdeu o Menino Jesus
Antes de Santo foi Franciscano
A História aqui, quer fazer jus
P.S.__ este Santo António de Alegrete, é do século XVI.
Rita Pacheco
Maria Avelina Mota Adoro o Santo Antônio, é o meu protetor.
Luisa Vaz Tavares Maria Avelina Mota , não lhe quer dedicar uma quadra?
Ruy Ventura A origem da peça está no artigo que publiquei no jornal Alto Alentejo.
Luisa Vaz Tavares Ruy Ventura , vou procurar. Obrigada, Senhor Professor!
A PROPÓSITO DE UMA PUBLICAÇÃO SOBRE O ENSAIO DA DANÇA DAS CIGANAS – Francisco Pacheco em 14/06/2026
Luisa Frazao Já dancei também a dança das ciganas no tempo do grupo de jovens
Francisco Pacheco Luisa Frazao Sim Luísa. Segundo as curtas investigações que fiz sobre a matéria, vocês no âmbito do grupo de jovens foram as últimas executantes da dança das ciganas, daí eu falar nos tais 40 anos. No entanto, ao nível da integração na procissão, devemos estar a falar de muito mais anos. Já agora confirma-se, nessa vossa reposição da Dança das Ciganas, não integraram a Procissão da Senhora da Alegria, mas sim levaram a mesma à Bélgica numa deslocação do vosso grupo, foi assim? Obrigado
Luisa Vaz Tavares Francisco Pacheco foi assim mesmo. E quem ensaiou foi a mãe da Zezinha Balola. A nível de integração na procissão, certamente mais de cinquenta anos. Cremilde Maria Monteiro ou a Palmira Delicado poderão confirmar. Creio que integraram o último grupo a dançar na procissão.
Francisco Pacheco Luisa Vaz Tavares Obrigado Luísa. Vamos indagar isso com todo o rigor. Por motivos que por enquanto ainda não podem ser divulgados publicamente, acho que as nossas responsabilidades na patrimonialização da festa da senhora da Alegria vão crescer muitíssimo mesmo.
Céu Ceia Muito bom! PARABÉNS a todos/as
Carmo Serrote Há dias assim. Que bom
